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Rebelo, Bruno (2025). Educação para o Envelhecimento: um programa de preparação para a reforma. Livro de resumos Literacia Gerontológica -  XV Seminário Ibérico de Psicogerontologia e VII Seminário Ibérico de Gerontologia Social e Comunitária. 35-36
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B. P. Rebelo,  "Educação para o Envelhecimento: um programa de preparação para a reforma", in Livro de resumos Literacia Gerontológica -  XV Seminário Ibérico de Psicogerontologia e VII Seminário Ibérico de Gerontologia Social e Comunitária, pp. 35-36, 2025
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TY  - GEN
TI  - Educação para o Envelhecimento: um programa de preparação para a reforma
T2  - Livro de resumos Literacia Gerontológica -  XV Seminário Ibérico de Psicogerontologia e VII Seminário Ibérico de Gerontologia Social e Comunitária
AU  - Rebelo, Bruno
PY  - 2025
SP  - 35-36
AB  - A educação, entendida como um processo que decorre ao longo da vida e em diversos contextos (formal, não formal e informal), visa preparar os indivíduos para as mudanças na sociedade contemporânea que exercem influência no percurso de vida das pessoas. 

Na conceptualização das suas práticas e objetivos, a Gerontologia Educativa abrange a “Educação de e com pessoas idosas”; a “Educação/formação em Gerontologia”; e a “Educação sobre e para o envelhecimento” (Martín, 2007). Relativamente a esta última área de intervenção, as ações podem ser concretizadas nas escolas mediante atividades intergeracionais, bem como nas organizações através de programas de preparação para a reforma, tema em que se centra a presente comunicação.

Considerando a centralidade do trabalho na estruturação do quotidiano, uma mudança como a passagem à reforma pode suscitar impactos. A preparação para a reforma tem como objetivo consciencializar os indivíduos relativamente aos impactos e ajustamentos necessários nessa transição, tratando-se assim de um processo educativo (Guevara Estacio, 2013). A literatura científica (Chiesa & Sarchielli, 2008), assim como as recomendações internacionais (ONU, 2003), apontam para a necessidade de se planear a reforma. No entanto constata-se que são escassas as práticas laborais nesse campo de intervenção (Solís & Terrazas, 2019).  

Partindo de uma metodologia qualitativa, concretizada através de entrevistas, esta comunicação discute as razões que podem condicionar a dinamização de processos de preparação para a reforma nas organizações, mas também avança no conhecimento com propostas de práticas que, segundo os entrevistados, podem ser implementadas e resultar em benefícios para os indivíduos, para as organizações e para a sociedade.  

ER  -