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Maia, M., Bessa Ribeiro, F. & Sacramento, O. (2016). Sida, Estado e sociedade civil: contornos da epidemia, políticas e intervenção social em Portugal. In Octávio Sacramento, Fernando Bessa Ribeiro (Ed.), Planeta Sida. Diversidade, políticas e resposta sociais. (pp. 105-126). Famalicão: Húmus.
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M. A. Maia et al.,  "Sida, Estado e sociedade civil: contornos da epidemia, políticas e intervenção social em Portugal", in Planeta Sida. Diversidade, políticas e resposta sociais, Octávio Sacramento, Fernando Bessa Ribeiro, Ed., Famalicão, Húmus, 2016, pp. 105-126
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TY  - CHAP
TI  - Sida, Estado e sociedade civil: contornos da epidemia, políticas e intervenção social em Portugal
T2  - Planeta Sida. Diversidade, políticas e resposta sociais
AU  - Maia, M.
AU  - Bessa Ribeiro, F.
AU  - Sacramento, O.
PY  - 2016
SP  - 105-126
CY  - Famalicão
AB  - A sida, tal como a generalidade das doenças, configura um espaço social de representações, processos, práticas e experiências (Adam e Herzlich 2007; Pescosolido et al. 2011) sujeito a determinados posicionamentos de regulação e intervenção. É justamente nesta esfera que procuramos centrar a análise, debatendo a política para a sida do Estado português e a operacionalização das respetivas diretrizes sob a forma de estruturas e respostas sociais que, no terreno, podem marcar a diferença no controlo coletivo da epidemia e na vida das pessoas que vivem e convivem diariamente com a doença. O objetivo central passa por examinar as conformidades, coerências e consequências das principais orientações que dão forma às políticas públicas direcionadas para a gestão da infeção. Este objetivo genérico situa e congrega as questões de referência que balizam a nossa discussão: (i) as orientações estratégicas seguidas em Portugal para lidar com a sida são ajustadas tendo em conta os contornos do cenário epidémico nacional?; (ii) estas orientações articulam-se coerentemente com quadros legislativos sectoriais que regulam a abordagem a fenómenos e contextos que podem potenciar a transmissão do VIH?; (iii) em que medida as disposições políticas vão além da mera discursividade e são consequentes, traduzindo-se em instrumentos e formas de intervenção eficazes a nível da prevenção e dos apoios sociais?
Assumimos a intenção de esboçar um trabalho de mapeamento no qual, de forma transversal e integrada, se confrontem a situação do VIH/sida em Portugal, a arquitetura de políticas públicas delineada para essa mesma situação, o envolvimento da sociedade civil e a organização da intervenção social no âmbito de uma epidemia que tantos desafios continua a colocar, muito em
particular a pessoas e grupos sujeitos a múltiplos processos de exclusão (Piot, Greener e Russell 2007). Esperamos que este exercício de triangulação nos evidencie os quadros e processos político-sociais centrais da luta contra a sida. 

ER  -