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Nunes, L., Portal, C. & Paio, A. (2018). Territórios colaborativos: cocriação da cidade e a mudança de paradigma na academia. In 7ª Conferência Anual da Rede Portuguesa de Morfologia Urbana, PNUM 2018.
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L. Nunes et al.,  "Territórios colaborativos: cocriação da cidade e a mudança de paradigma na academia", in 7ª Conferência Anual da Rede Portuguesa de Morfologia Urbana, PNUM 2018, 2018
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TY  - CPAPER
TI  - Territórios colaborativos: cocriação da cidade e a mudança de paradigma na academia
T2  - 7ª Conferência Anual da Rede Portuguesa de Morfologia Urbana, PNUM 2018
AU  - Nunes, L.
AU  - Portal, C.
AU  - Paio, A.
PY  - 2018
AB  - A renovação urbana equitativa exige, hoje, outro contrato social entre a sociedade civil, o governo local e os arquitetos para superar o fosso existente entre o desenho urbano e as aspirações dos habitantes, envolvendo compreender de outra maneira o fazer a cidade, o compartilhar espaço, o criar economias locais, as quais são expressas na paisagem urbana que essas atividades produzem. Este desafio emergente molda uma alternativa baseada na cocriação. Se observarmos a história das cidades, podemos ver, evidentemente, que as estruturas e o planeamento urbano influenciam o comportamento humano e a forma como as cidades funcionam. O conceito de co-desenho introduz uma abordagem colaborativa - trabalhando em conjunto de forma a aumentar a contribuição de cada participante para o projeto - no processo. A vantagem mais óbvia da colaboração é que fornece uma forma proficiente de agregar conhecimento especializado para responder a problemas cada vez mais complexos e exigentes na cidade. Mas qual é o papel da academia neste desafio?
O presente artigo descreve alguns contributos de um curso que introduz os participantes a métodos interdisciplinares para projetar cidade com as comunidades locais, antecipando a mudança de paradigma sobre como os arquitetos abordarão o espaço público no mundo atravessado por profundas mudanças nas áreas económicas, sociais, culturais e tecnológicas. O papel dos arquitetos é cada vez mais variado: parte criador, parte construtor, parte investigador, parte facilitador, e parte gestor do processo.
O currículo do curso oferece aos participantes a oportunidade de contribuir ativamente para moldar, de forma mais inclusiva e inovadora, os desafios lançados pelo espaço público através da redução do fosso entre cidadãos, municípios, especialistas (arquitetos, planeadores, sociólogos, engenheiros e gestores) e tecnologias. O objetivo principal tem sido explorar o diálogo social para atender às novas exigências sociais do projeto inclusivo e construção do espaço público urbano em bairros de habitação social com base na introdução de tecnologias digitais avançadas de mapeamento, desenho e construção.
Para que os participantes adquiram novas competências de forma eficiente, o programa do curso foi projetado para promover um conhecimento aplicado através da criação de soluções urbanas, arquitectónicas e sociais de proximidade, com base em lógicas que envolvam os habitantes no processo de mapeamento, diagnóstico, decisão, design, construção e empreendedorismo.
ER  -