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Anastácio, M. & Marat-Mendes, T. (2019). Habitat | Habitação: a reconstituição de um paradigma (Lisboa, 1950-1970). In Teresa Calix (coordenação), Ana Silva Fernandes, Sara Sucena, Nuno Travasso, Bruno Moreira (Ed.), A PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO FORMAS, PROCESSOS, DESÍGNIOS. Porto
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M. A. Anastácio and T. M. Marat-Mendes,  "Habitat | Habitação: a reconstituição de um paradigma (Lisboa, 1950-1970)", in A PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO FORMAS, PROCESSOS, DESÍGNIOS, Teresa Calix (coordenação), Ana Silva Fernandes, Sara Sucena, Nuno Travasso, Bruno Moreira, Ed., Porto, 2019
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TY  - CPAPER
TI  - Habitat | Habitação: a reconstituição de um paradigma (Lisboa, 1950-1970)
T2  - A PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO FORMAS, PROCESSOS, DESÍGNIOS
AU  - Anastácio, M.
AU  - Marat-Mendes, T.
PY  - 2019
CY  - Porto
UR  - https://pnum.arq.up.pt/
AB  - Partindo da observação do contraste entre o Bairro da Encarnação e Olivais Norte, contíguos no espaço, mas de descontinuidade tipológica inegável, procura-se construir um argumento sobre as razões subjacentes a este contraste, que acontece depois de 1959, com a publicação do Decreto-Lei nº 42 454 e a intervenção da Câmara Municipal de Lisboa, através do Gabinete Técnico de Habitação. Relevam-se os aspetos culturais, a par dos fenómenos urbanos e demográficos, da esfera da sociologia e geografia; jogando assim com um método de pesquisa e análise que se pretende interdisciplinar, tal como é preconizado pela Morfologia Urbana. A contextualização que parte do programa das casas económicas, objeto de estudo de doutoramento em Estudos Urbanos, inclui a fixação do enquadramento legal da habitação social, onde se releva a evolução tipológica, acompanhando de perto as tentativas de adaptação do Estado Novo às mudanças, aceleradas depois de 1945. Mas o que a nova imagem e paisagem urbanas significam, tem um custo acrescido para o regime. Por um lado, um percurso que inclui alguns fatores de natureza cultural, revela o papel desempenhado pela arquitetura, não só pelo I Congresso, mas pelo afrontamento feito às instituições, com a coragem do trabalho interdisciplinar, da crítica e das ideias inovadoras. Por outro lado, é o próprio regime que se vê na contingência de assimilar as novas ideias, recriando os seus organismos. Através da análise do CODA de Nuno Portas, de 1959, dedicado à renovação do projeto da habitação social, damo-nos conta do papel crucial da sociologia e da centralidade do conceito de habitat, o qual talvez mereça melhor atenção na atualidade, quando emergem de novo as questões ligadas à habitação, nomeadamente em Lisboa.
ER  -