Lista de Projetos
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Em Portugal, os estudos sobre os clientes da prostituição são escassos e, particularmente, sobre os clientes da prostituição travesti são inexistentes, contribuindo para que esta população se mantenha numa total invisibilidade. Não se conhece quase nada sobre quem recorre aos serviços sexuais das travestis: Quem são? Quais as motivações que orientam o seu interesse sexual? Quais as lógicas de ação que presidem às suas relações comerciais? Como se autorreferenciam quanto à sua sexualidade? E como lidam com o estigma social decorrente dos seus comportamentos (o recurso à prostituição e o interesse pelas travestilidades)? Deste modo, a investigação propõe-se a conhecer e caracterizar (i) os clientes da prostituição travesti; (ii) as estratégias pessoais utilizadas na gestão da identidade estigmatizada; e (iii) as práticas clientelares desenvolvidas junto das travestis prostitutas em contextos de rua ou de apartamento. Dada a dificuldade de localização, aproximação e contacto com este grupo de clientes – autointitulado por t-lovers – será necessário, num primeiro momento, desenvolver uma etnografia em territórios digitais, nomeadamente em páginas de internet que visavam a promoção de serviços sexuais de travestis e em fórum de discussão destinados à troca de experiências e à obtenção de informação diversa entre t-lovers; e, num segundo momento, aplicar um questionário on-line num dos fóruns, afim de se obter dados que ajudem a caracterizar esta população. Este estudo, ainda que de natureza exploratória, constituir-se-á o primeiro estudo, em Portugal, sobre a realidade dos clientes das travestis trabalhadoras do sexo.
Informação do Projeto
2016-01-01
2016-07-31
Parceiros do Projeto
- CIES-Iscte - Líder
Coordenação do projeto sem financiamento “Entrepreneurship and well-being”, do qual já resultaram 2 teses de mestrado, 1 publicação internacional (under revision in the Journal of Business Venturing), 2 comunicações e 1 poster em congressos científicos internacionais.
Este projecto engloba algumas parcerias internacionais nomeadamente com Ute Stephan (King’s College, UK), Christophe Vanroelen (Vrije Universiteit Brussels, Belgique), and Mark van Veldhoven (Tilburg University, The Netherlands).
Informação do Projeto
2016-01-01
2019-10-02
Parceiros do Projeto
O presente inquérito é desenvolvido por uma equipa do CIES-IUL (ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa) em parceria com o Sindicato dos Jornalistas. O inquérito é dirigido a todos os jornalistas a desenvolver o seu trabalho em Portugal.O principal objetivo do inquérito é o de analisar as condições laborais atuais dos jornalistas portugueses, conhecer a diversidade de percursos e perfis jornalísticos e identificar os principais constrangimentos e desafios que se colocam ao exercício da profissão de jornalista hoje.
Informação do Projeto
2016-01-01
2017-07-31
Parceiros do Projeto
- CIES-Iscte - Líder
O Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa é um dos parceiros do “Inherit” , um projeto internacional a que foi atribuído em agosto seis milhões de euros dos fundos europeus Horizonte 2020 para estudar boas práticas que permitem defender simultaneamente a saúde e o ambiente. O consórcio que o ISCTE integra é liderado pelo organização não-governamental belga EuroHealthNet e tem a coordenação científica da University College London, onde pontua Michael Marmot, o professor de epidemiologia e saúde pública que é uma referência mundial na área das desigualdades em saúde. O projeto é coordenado no CIS-IUL pela investigadora Sibila Marques e fazem parte da equipa a Prof. Maria Luísa Lima e as investigadoras Cristina Godinho e Sílvia Luís. É um projeto de quatro anos que irá estudar experiências europeias que promovem a saúde das comunidades e que, ao mesmo tempo, são ambientalmente sustentáveis. O movimento Re-Food, lançado na região de Lisboa, e as hortas sociais que florescem por Portugal inteiro são alguns dos casos considerados mais interessantes para serem estudados e reproduzidos noutros países.
Informação do Projeto
2016-01-01
2019-12-31
Parceiros do Projeto
- CIS-Iscte (H4A)
- EUROHEALTHNET ASBL - Líder (Bélgica)
- RIVM - (Países Baixos (Holanda))
- UNIVERSITY COLLEGE LONDON - (Reino Unido)
- PROLEPSIS - (Grécia)
- UNEXE - (Reino Unido)
- NTNU - (Noruega)
- Riga City Council Welfare Department - (Letónia)
- CSCP - (Alemanha)
- FoHM - (Suécia)
- IJZRM - (República da Macedónia)
- BC3 - (Espanha)
- CUNI - (República Checa)
- UNIVERSIDAD DE ALCALA - (Espanha)
- Revolve Media - (Bélgica)
- PHILIPS ELECTRONICS NEDERLAND B.V. - (Países Baixos (Holanda))
- VIGEZ - (Bélgica)
- BZGA - (Alemanha)
Marruecos y Guinea Ecuatorial fueron los dos territorios principales de la colonización española en África. Con diferencias substanciales en ambos países, ciertas prácticas socioculturales, lingüísticas o evangelizadoras del colonialismo español dejaron su huella, aunque los trabajos disponibles tienen lagunas y limitaciones al no ofrecer respuestas concluyentes sobre cuestiones clave, dificultando también su comparación. Primero, las políticas socioculturales establecieron marcos jurídicos diferentes para la población colona y autóctona, pero no está claro cómo se resolvieron muchos de los conflictos cotidianos y las tensiones entre ambos grupos, ni tampoco cómo las prácticas pudieron filtrar, o no, una segregación racial, étnica, laboral y de género, poco estudiada en Marruecos donde además se combinaba la histórica imagen devaluada de los “moros” con una política de respeto legal a lo arabo-musulmán y amazigh en el Protectorado, en una contradicción que no tuvo lugar en Guinea Ecuatorial. Segundo, otras prácticas enmarcadas en las políticas lingüísticas de españolización, residuales en Marruecos y sólidas en Guinea, acabaron por establecer una gestión desigual en ambos territorios que permitió el desarrollo de las lenguas amazigh y árabe en el primero, pero un enorme rechazo de las lenguas vernáculas en el segundo, con consecuencias en su españolización identitaria. Tercero, hubo prácticas coloniales marcadas por políticas evangelizadoras que en Guinea Ecuatorial buscaron debilitar la cohesión social étnica a través, por ejemplo, de la transformación de sus estructuras familiares. Creemos que estos tres aspectos deberían clarificarse para profundizar en los entresijos y contradicciones de la convivencia colonial intercultural, y también porque tuvieron consecuencias en las poblaciones marroquíes y guineoecuatorianas en el período postcolonial.El presente proyecto analiza estas prácticas socioculturales, lingüísticas y evangelizadoras del colonialismo español en M...
Informação do Projeto
2016-01-01
2018-12-31
Parceiros do Projeto
Página 218
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