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Raimundo, F. (2023). Novos atores políticos, velhas lutas simbólicas. In Marcelo Camerlo, David Pimenta, João Gabriel de Lima, Lúcio Hanenberg (Ed.), Democracia em Portugal 2022: Caderno do observatório da qualidade da democracia. (pp. 105-1111). Lisboa: ICS.
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F. A. Raimundo,  "Novos atores políticos, velhas lutas simbólicas", in Democracia em Portugal 2022: Caderno do observatório da qualidade da democracia, Marcelo Camerlo, David Pimenta, João Gabriel de Lima, Lúcio Hanenberg, Ed., Lisboa, ICS, 2023, pp. 105-1111
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TY  - CHAP
TI  - Novos atores políticos, velhas lutas simbólicas
T2  - Democracia em Portugal 2022: Caderno do observatório da qualidade da democracia
AU  - Raimundo, F.
PY  - 2023
SP  - 105-1111
CY  - Lisboa
UR  - https://www.ics.ulisboa.pt/livros/democracia-em-portugal-2022
AB  - Nos anos de 2021 e 2022, consolidaram-se no debate político
nacional novos atores políticos no espetro da direita que têm procurado definir a sua posição face a velhas batalhas ideológicas. A
memória coletiva é um dos planos em que essa conquista de terreno
simbólico se tem feito. O balanço dos últimos dois anos é que a
entrada destes novos atores políticos, apesar de representar o preenchimento de espaços ideológicos até então vazios, como sendo o
campo liberal e o campo da direita radical, não se traduziu em novas
visões da história recente do país, apenas numa maior visibilidade de
uma narrativa já existente. Por outras palavras, os novos partidos, Iniciativa Liberal (IL) e Chega (CH), têm abraçado a velha batalha dos
partidos políticos portugueses, centrada acima de tudo na memória
do pós-25 de Abril, reproduzindo e reafirmando aquela que foi sendo
a narrativa dos partidos tradicionais de direita, PSD e CDS. 
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