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Barros, P C, Duarte, A.P. & Perestrelo, Margarida (2023). ODS 03 e 11 - Quais as metas para a resiliência do território: O contributo das Associações Mutualistas em Portugal. V Congresso Ibero-Americano de Responsabilidade Social - CRIARS.
P. C. Barros et al., "ODS 03 e 11 - Quais as metas para a resiliência do território: O contributo das Associações Mutualistas em Portugal", in V Congr.o Ibero-Americano de Responsabilidade Social - CRIARS, on-line, 2023
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TY - CPAPER TI - ODS 03 e 11 - Quais as metas para a resiliência do território: O contributo das Associações Mutualistas em Portugal T2 - V Congresso Ibero-Americano de Responsabilidade Social - CRIARS AU - Barros, P C AU - Duarte, A.P. AU - Perestrelo, Margarida PY - 2023 CY - on-line UR - https://doity.pt/criars2023 AB - Pretende-se com esta comunicação refletir como podem as Associações Mutualistas [AM] em Portugal Continental, responder aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável [ODS] da ONU (United Nations, 2015). Esta investigação permite relacionar e analisar dados que podem criar um diálogo profícuo em torno do desenvolvimento sustentável dos territórios, a resiliência destes, não descurando os aspetos económicos, sociais e ambientais. Contextualiza-se a problemática por revisão de literatura sobre as AM.O método de análise utilizado é a revisão de literatura, onde se inclui o estudo mais recente sobre estas instituições, publicado em 2021, bem como, a dimensão das regiões onde operam duas AM de relevo, na medida em que os associados são trabalhadores da Câmara Municipal. O objetivo desta apresentação é identificar as respostas por área de atividade e qual o contributo para a meta do ODS correspondente, assim como, enquadrar o território de São Pedro do Sul e Gondomar, com recurso aos dados publicados no Instituto Nacional de Estatística. Identifica-se, concomitantemente, à priori, dois ODS, também eles em análise na referida tese de doutoramento, o número 3 que prevê assegurar uma vida mais saudável promovendo o bem-estar em todas as idades e para todos os seres, se considerar os cinco p’s desta agenda [pessoas, planeta, prosperidade, paz e parcerias], e o número 11 a que corresponde a intenção de contribuir para transformar as cidades e comunidades inclusivas, mas também seguras, resilientes e sustentáveis.Contudo, estas formas de organização, e decorrente do Estudo de caracterização do movimento mutualista em Portugal (Capucha et al., 2021), poder-se-á concluir que existem outros ODS cujas metas também são respostas naturais de várias destas AM a operar em Portugal, algumas com mais de 180 anos, confirmando-se a resiliência que estas trazem quer para o território, quer para as comunidades em que desenvolvem as suas atividades. Adicionalmente, Barros (2019) no trabalho Desenvolvendo a teoria das pontes entre bem-estar e bem-sentir, apresenta como conclusão o Modelo Conceptual: Entendimento do papel do ser humano no planeta, o qual se reveste de acrescido interesse para a reflexão considerando que o mesmo assenta na identificação de dimensões do Ser Humano, externas e internas, mas cujo objetivo é chegar à sustentabilidade, de acordo com o modelo Triple Bottom Line (Elkington, 1998) e os ODS (United Nations, 2015), na perspetiva do legado geracional. Concluindo-se, no âmbito desta apresentação, que da análise com base na metodologia proposta, as AM em Portugal, contribuem nas atividades analisadas aos referidos ODS (United Nations, 2015). ER -
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