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Ribeiro, M. (2019). Os incêndios florestais de 2017 e os mecanismos de regulação na governação do risco em Portugal. Territorum - Revista Internacional de Riscos. 26 (II), 131-144
M. J. Ribeiro, "Os incêndios florestais de 2017 e os mecanismos de regulação na governação do risco em Portugal", in Territorum - Revista Internacional de Riscos, no. 26 (II), pp. 131-144, 2019
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TY - JOUR TI - Os incêndios florestais de 2017 e os mecanismos de regulação na governação do risco em Portugal T2 - Territorum - Revista Internacional de Riscos IS - 26 (II) AU - Ribeiro, M. PY - 2019 SP - 131-144 SN - 0872-8941 DO - 10.14195/1647-7723_26-2 AB - O conhecimento e análise das dinâmicas operativas dos processos de governação do risco são condições explicativas fundamentais para o entendimento das opções e orientações que os Estados adotam na prossecução das suas estratégias de segurança. Tendo por base estes pressupostos, discutir-se-ão neste artigo as implicações respeitantes à gestão dos incêndios florestais que, apresentando leituras distintas, e até interpretações diferenciadas nas perceções e representações sociais, assumem cada vez mais uma importância fundamental no quadro global da segurança em proteção civil. Selecionam-se, para o efeito, duas importantes dimensões, caraterizadoras das tipologias teórico-analíticas dos modelos de governação do risco: padrões políticos e cidadania. Assim, apresentar-se-ão, nas suas componentes sociais, as causalidades e as consequências, práticas e simbólicas que, por efeito dos acontecimentos vividos em 2017, têm estado na origem dos mecanismos de reconfiguração das políticas públicas de governação do risco em Portugal. ER -