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Marques Alves, P. (2024). A participação das mulheres nos órgãos dirigentes das organizações sindicais em perspetiva longitudinal: O caso dos sindicatos de profissionais de enfermagem . In Paulo Marques Alves, Virgínia Baptista (Ed.), Atas da I Conferência Internacional Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania: Diferentes olhares, outras perspetivas. (pp. 357-381). Lisboa: DINÂMIA’CET-ISCTE e IHC.
P. J. Alves, "A participação das mulheres nos órgãos dirigentes das organizações sindicais em perspetiva longitudinal: O caso dos sindicatos de profissionais de enfermagem ", in Atas da I Conferência Internacional Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania: Diferentes olhares, outras perspetivas, Paulo Marques Alves, Virgínia Baptista, Ed., Lisboa, DINÂMIA’CET-ISCTE e IHC, 2024, pp. 357-381
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TY - CPAPER TI - A participação das mulheres nos órgãos dirigentes das organizações sindicais em perspetiva longitudinal: O caso dos sindicatos de profissionais de enfermagem T2 - Atas da I Conferência Internacional Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania: Diferentes olhares, outras perspetivas AU - Marques Alves, P. PY - 2024 SP - 357-381 CY - Lisboa UR - https://ihc.fcsh.unl.pt/events/mulheres-trabalho-cidadania/ AB - O sindicalismo nasceu revelando uma atitude sexista sobre o papel da mulher na sociedade, em particular quanto à sua inserção no mercado de trabalho e nos sindicatos. Esta atitude, que em breve se tornou dominante, ao ser transversal a correntes sindicais tão díspares quanto as influenciadas por Proudhon, pelo catolicismo ou pelos esposos Webb, a ela só tendo escapado a corrente de filiação marxista, acabou por orientar durante um longo período as estratégias sindicais face às mulheres, visando excluí-las ou segregálas no mercado de trabalho. Contudo, nos últimos decénios, verificou-se um acréscimo em termos absolutos e relativos das mulheres no mercado de trabalho e, consequentemente, nos efetivos sindicais, que não se traduziu num progresso correspondente no número de mulheres nos lugares de decisão, manifestando-se uma sub-representação mais ou menos intensa. Esta comunicação tem por objetivo contribuir para o estudo desta temática. Na sua base encontra-se uma análise documental das fichas biográficas das equipas dirigentes dos sindicatos de profissionais de enfermagem, profissão altamente feminizada. A análise tem um carácter longitudinal, concluindo-se que apesar de algum progresso – se bem que também existam retrocessos –, as desigualdades de género persistem, verificando-se uma generalizada – por vezes muito elevada – sub-representação das mulheres nestes sindicatos. ER -
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