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Marchi, R. (2024). Conspiracionismo de extrema-direita entre Estado Novo e transição democrática (1945-1975). Revista de História das Ideias. 42, 145-166
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R. Marchi,  "Conspiracionismo de extrema-direita entre Estado Novo e transição democrática (1945-1975)", in Revista de História das Ideias, vol. 42, pp. 145-166, 2024
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TY  - JOUR
TI  - Conspiracionismo de extrema-direita entre Estado Novo e transição democrática (1945-1975)
T2  - Revista de História das Ideias
VL  - 42
AU  - Marchi, R.
PY  - 2024
SP  - 145-166
SN  - 0870-0958
DO  - 10.14195/2183-8925_42_6
UR  - https://impactum-journals.uc.pt/rhi/about
AB  - Durante o Estado Novo e a transição democrática, a extrema-direita portuguesa analisou todas as crises do regime à luz da visão conspiracionista. Herdado da cultura política contrarrevolucionária do Século XIX, o conspiracionismo foi aplicado pela extrema-direita portuguesa a partir de 1945 para desvendar o alegado plano contra o Império português. Neste sentido, a extrema-direita denunciou uma estrutura piramidal e hierárquica controlada pela elite globalista e integrada por diferentes atores nacionais. Embora não exista uma versão única do complô partilhado por todos os protagonistas da extrema-direita, os agentes da conspiração denunciados tendem a ser sempre os mesmos. A extrema-direita portuguesa não trouxe nenhuma contribuição doutrinária ao conspiracionismo elaborado pelas congéneres europeias, mas limitou-se apenas à sua aplicação ao caso português, sem alcançar os objetivos esperados na mobilização, radicalização e liderança das direitas autoritárias e ultramarinistas. 
ER  -