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Machado, H. & Silva, S. (2025). Tecnologias de reconhecimento facial: Captura e vigilância na emergência do tipo digital-criminal . In Rafaela Granja (Ed.), Crime e tecnologia: Presentes controversos, futuros (im)prováveis. (pp. 15-30). Vila Nova de Famalicão: Humus.
H. C. Machado and S. Susana, "Tecnologias de reconhecimento facial: Captura e vigilância na emergência do tipo digital-criminal ", in Crime e tecnologia: Presentes controversos, futuros (im)prováveis, Rafaela Granja, Ed., Vila Nova de Famalicão, Humus, 2025, pp. 15-30
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TY - CHAP TI - Tecnologias de reconhecimento facial: Captura e vigilância na emergência do tipo digital-criminal T2 - Crime e tecnologia: Presentes controversos, futuros (im)prováveis AU - Machado, H. AU - Silva, S. PY - 2025 SP - 15-30 CY - Vila Nova de Famalicão UR - https://repositorium.uminho.pt/entities/publication/0e48e820-2d58-4400-8d12-4770bb4ce09c AB - Os avanços recentes no campo das ciências da computação, juntamente com a crescente disponibilidade de grandes volumes de dados digitais, têm impulsionado a capacidade de sistemas informáticos e algoritmos emularem comportamentos “inteligentes” típicos dos seres humanos, promovendo uma evolução exponencial da chamada Inteligência Artificial (IA). As aplicações desta tecnologia são vastas e, com estas, multiplicam-se os debates sobre as profundas transformações sociais, culturais e políticas que poderão ocorrer em diversas áreas. Um dos setores que tem atraído atenção crescente é o sistema de justiça, onde as expectativas sobre o potencial da IA se multiplicam. Emerge, entre outros questionamentos, a seguinte interrogação: o sistema de justiça, cuja missão é garantir a ordem social, proteger os direitos individuais e assegurar a resolução equitativa de conflitos, poderá beneficiar da introdução da IA ou, pelo contrário, enfrentará riscos e desafios que comprometerão esses objetivos? O presente capítulo explora a utilização da IA no sistema de justiça, abordando essa questão a partir de um enfoque nas tecnologias de reconhecimento facial. Perspetivamos a IA como um fenómeno sociotécnico (Søraa, 2023: 12-13), considerando as interações complexas entre tecnologia, sistema de justiça e contextos históricos, sociais, culturais, económicos e políticos (Machado e Silva, 2024: 107-125), e discutindo as composições éticas imbricadas nessas interações para o caso particular das tecnologias de reconhecimento facial (Machado e Silva, 2025). ER -
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