Exportar Publicação

A publicação pode ser exportada nos seguintes formatos: referência da APA (American Psychological Association), referência do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), BibTeX e RIS.

Exportar Referência (APA)
Sequeira, M., Silva, B., Frade, P., Silva, J. & Carvalho, R. (2025). Os conteúdos da forma. In Ricardo Carvalho (Ed.), Itinerários: Da/UAL 25 anos. (pp. 121-147). Porto: Circo de Ideias.
Exportar Referência (IEEE)
M. S. Carneiro et al.,  "Os conteúdos da forma", in Itinerários: Da/UAL 25 anos, Ricardo Carvalho, Ed., Porto, Circo de Ideias, 2025, pp. 121-147
Exportar BibTeX
@incollection{carneiro2025_1777714386825,
	author = "Sequeira, M. and Silva, B. and Frade, P. and Silva, J. and Carvalho, R.",
	title = "Os conteúdos da forma",
	chapter = "",
	booktitle = "Itinerários: Da/UAL 25 anos",
	year = "2025",
	volume = "",
	series = "",
	edition = "",
	pages = "121-121",
	publisher = "Circo de Ideias",
	address = "Porto",
	url = "https://www.circodeideias.pt/produto/itinerarios_da_ual_25anos/"
}
Exportar RIS
TY  - CHAP
TI  - Os conteúdos da forma
T2  - Itinerários: Da/UAL 25 anos
AU  - Sequeira, M.
AU  - Silva, B.
AU  - Frade, P.
AU  - Silva, J.
AU  - Carvalho, R.
PY  - 2025
SP  - 121-147
CY  - Porto
UR  - https://www.circodeideias.pt/produto/itinerarios_da_ual_25anos/
AB  - Sessão Itinerários #4 (30 de Abril de 2024), dedicada ao tema «Os conteúdos da forma», sob a moderação de Ricardo Carvalho, em formato de debate com Marta Sequeira, Bárbara Silva, Pedro Frade e João Gomes da Silva. A conversa problematiza a separação entre forma e conteúdo na arquitectura, defendendo a sua interdependência através de referências históricas e teóricas (de Viollet-le-Duc a Worringer, do desenho de Adolf Loos para o Chicago Tribune à recepção crítica do modernismo). Discute-se a forma como gramática e linguagem do projecto, a noção de intencionalidade (o «saber o que fazer» antes de desenhar), e a forma enquanto enigma capaz de produzir experiência e transcendência, tanto na obra artística como no espaço arquitectónico. Um segundo eixo centra-se na percepção e atmosfera (luz, sombra, ruído/silêncio, cheiro, tacto) e na controvérsia da beleza e da «forma livre» em Oscar Niemeyer, articulando dimensões culturais e políticas da forma. Por fim, a sessão desloca o debate para a pedagogia (maturação da intuição, regras e liberdade, saltos de escala e coerência do processo) e para a paisagem como arquitectura em metamorfose, onde temporalidade, ecologia, simbolismo e território surgem como conteúdos estruturantes do projecto. 
ER  -