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Barbosa, I. & Mendes, M. M. (2025). Mediação intercultural e inclusão das pessoas ciganas: Desafios e possibilidades. In Ricardo Vieira, José Carlos Marques, Pedro Silva, Ana Maria Vieira, Cristóvão Margarido, Rui Santos, Fernando Magalhães, Ricardo Pocinho, Patrícia Pereira  (Ed.), Livro de Atas: 12.ª Conferência Internacional de Mediação Intercultural e Intervenção Social – 50 anos de 25 de Abril: Transições e Transformações. (pp. 85-97). Leiria: ESECS.IPLeiria e CICS.NOVA.IPLeiria  .
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B. Inês and M. M. Mendes,  "Mediação intercultural e inclusão das pessoas ciganas: Desafios e possibilidades", in Livro de Atas: 12.ª Conferência Internacional de Mediação Intercultural e Intervenção Social – 50 anos de 25 de Abril: Transições e Transformações, Ricardo Vieira, José Carlos Marques, Pedro Silva, Ana Maria Vieira, Cristóvão Margarido, Rui Santos, Fernando Magalhães, Ricardo Pocinho, Patrícia Pereira , Ed., Leiria, ESECS.IPLeiria e CICS.NOVA.IPLeiria  , 2025, pp. 85-97
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@inproceedings{inês2025_1783027675560,
	author = "Barbosa, I. and Mendes, M. M.",
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TY  - CPAPER
TI  - Mediação intercultural e inclusão das pessoas ciganas: Desafios e possibilidades
T2  - Livro de Atas: 12.ª Conferência Internacional de Mediação Intercultural e Intervenção Social – 50 anos de 25 de Abril: Transições e Transformações
AU  - Barbosa, I.
AU  - Mendes, M. M.
PY  - 2025
SP  - 85-97
DO  - 10.25766/rw92-6294
CY  - Leiria
UR  - https://iconline.ipleiria.pt/entities/publication/dd4c746b-64ea-4cb0-bc7a-dcb5cb6e9167
AB  - A mediação intercultural é amplamente reconhecida como uma ferramenta essencial para promover o diálogo intercultural, valorizar a diversidade e facilitar a inclusão das pessoas ciganas. A revolução democrática portuguesa trouxe novas oportunidades de participação e direitos para os grupos minoritários, incluindo os ciganos/as, que historicamente enfrentam marginalização e exclusão social. No entanto, a inclusão plena deste grupo social ainda enfrenta desafios significativos, sendo a mediação intercultural um dos principais mecanismos para enfrentar essas barreiras. Esta prática tem produzido resultados positivos em diversos contextos: famílias, escolas, hospitais e serviços públicos. Contudo, a falta de um estatuto de carreira para mediadores/as interculturais limita a sua inserção profissional. Por outro lado, a indefinição e sobreposição, das suas funções muitas vezes resulta numa sobrecarga, sendo os mediadores/as vistos como "panaceia para todos os problemas". Desde 2013, com a inclusão da mediação intercultural como eixo transversal na Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (ENICC), projetos como o ROMED e os Mediadores Municipais Interculturais têm promovido a capacitação de mediadores/as ciganos e a articulação entre estas comunidades e as políticas públicas locais. Em 2018, a mediação passou a ser um objetivo estratégico da ENICC, reconhecendo-se a importância de reforçar e expandir a intervenção nesta área. Apesar dos progressos, ainda há muito a ser feito para garantir que a mediação intercultural seja reconhecida como profissão legítima, com estatuto claro, formação adequada e contratos estáveis, assegurando o impacto positivo que esta tem na inclusão social e no acesso a direitos fundamentais, como saúde, educação, emprego e habitação. Esta comunicação resulta de uma avaliação externa à ENICC (2023) e dos resultados preliminares do Estudo Nacional das Comunidades Ciganas (2023.10572.CIG), em curso.
ER  -