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Mamede, R. P. & Andrade, M. (2025). Ciência e inovação. In Pedro Adão e Silva (Ed.), O Estado da nação 2025: A descentralização e a desconcentração das políticas públicas. (pp. 117-123). Lisboa: Ipps-Iscte.
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R. N. Mamede and M. T. Andrade,  "Ciência e inovação", in O Estado da nação 2025: A descentralização e a desconcentração das políticas públicas, Pedro Adão e Silva, Ed., Lisboa, Ipps-Iscte, 2025, pp. 117-123
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TY  - CHAP
TI  - Ciência e inovação
T2  - O Estado da nação 2025: A descentralização e a desconcentração das políticas públicas
AU  - Mamede, R. P.
AU  - Andrade, M.
PY  - 2025
SP  - 117-123
CY  - Lisboa
UR  - https://ipps.iscte-iul.pt/files/13_RPMMA_ENPP25.pdf
AB  - Nas últimas duas décadas, Portugal registou progressos significativos no investimento em investigação e desenvolvimento e na qualificação da população, traduzindo-se numa aproximação gradual a uma economia mais intensiva em conhecimento, inovação e tecnologia. O aumento do número de investigadores nas empresas, o crescimento das patentes, a maior relevância dos serviços intensivos em conhecimento e a ligeira melhoria no perfil tecnológico das exportações e do emprego industrial evidenciam uma transformação estrutural em curso, ainda que lenta e marcada por um ponto de partida desfavorável face à média europeia. O texto analisa estes avanços e limitações, sublinhando a coexistência entre sinais de modernização e persistência de atrasos estruturais. Num segundo momento, discute criticamente as estratégias de especialização inteligente, destacando a importância da dimensão territorial e das interdependências inter-regionais nos processos de inovação. Com base em evidência empírica sobre projetos colaborativos de I&D e especialização tecnológica, argumenta-se que abordagens assentes em lógicas de exclusividade regional são inadequadas ao contexto português. Defende-se, em alternativa, a necessidade de uma governação multinível que articule escalas regional e nacional, assegurando coerência estratégica, aproveitamento de complementaridades territoriais e maior eficácia das políticas públicas de ciência e inovação.
ER  -