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Müller, P., Sampaio, A & Baptista, J. (2025). Consenso sobre itens e contextos de observação para a avaliação da PHDA em crianças em idade pré-escolar: Um estudo Delphi com múltiplos informantes. Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia.
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P. S. Müller et al.,  "Consenso sobre itens e contextos de observação para a avaliação da PHDA em crianças em idade pré-escolar: Um estudo Delphi com múltiplos informantes", in Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia, Porto, 2025
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TY  - CPAPER
TI  - Consenso sobre itens e contextos de observação para a avaliação da PHDA em crianças em idade pré-escolar: Um estudo Delphi com múltiplos informantes
T2  - Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia
AU  - Müller, P.
AU  - Sampaio, A
AU  - Baptista, J.
PY  - 2025
DO  - 10.54499/2023.01511.BD ; DOI: 10.54499/UIDB/03125/2020
CY  - Porto
UR  - https://appsicologia.org/snip/
AB  - O diagnóstico precoce da PHDA enfrenta desafios, nomeadamente a escassez de instrumentos exaustivamente validados e possíveis limitações nosológicas, retardando intervenções. Este estudo Delphi procurou consenso nos comportamentos/sintomas de PHDA na idade pré-escolar, e contextos observacionais, para sustentar o desenvolvimento de uma escala de observação naturalista. Participaram quatro painéis de especialistas: psicólogos(as) (ronda 1, n=25; ronda 2, n=14), pediatras/pedopsiquiatras (ronda 1, n =9; ronda 2, n=6), pais de crianças com PHDA (ronda 1 n =20; ronda 2, n=6) e educadores(as) de infância (ronda 1, n=16; ronda 2, n=6). Os participantes responderam a perguntas abertas na ronda 1. Na ronda 1 e 2, 44 comportamentos/sintomas e oito contextos observacionais foram avaliados relativamente à sua importância para o diagnóstico, numa escala de tipo Likert de cinco pontos. Os pais avaliaram frequência e impacto dos sintomas nos contextos. Considerou-se consenso quando >70% do grupo classificou o item como 4 ou 5. Itens próximos do consenso (i.e., >65% a 70%) na ronda 1 foram reformulados e reavaliados na ronda 2, juntamente com comportamentos provenientes das respostas abertas. A estes, foram atribuídos sintomas. Quatro contextos observacionais (e.g., “jogo livre numa sala com pares”) e 10 comportamentos/sintomas (e.g., “passa de uma atividade a outra rapidamente”, “frustra-se facilmente”) alcançaram consenso em todos os grupos. Adicionalmente, 20 comportamentos/sintomas obtiveram consenso numa combinação de grupos. Dois sintomas de desatenção (“perde objetos” e “esquece-se”) não foram reportados e dois sintomas de hiperatividade/impulsividade (“dificuldade em brincar calmamente” e “fala excessivamente”) não obtiveram consenso. Por último, quatro comportamentos consensuais não se enquadram na nosologia bidimensional da PHDA. Em conclusão, a pertinência dos contextos observacionais depende da experiência e tipo de contacto do participante com a PHDA. Alguns comportamentos/sintomas consensuais não foram transversais aos grupos, sugerindo variação entre contextos. Finalmente, os sintomas sem consenso e a identificação de novos comportamentos/sintomas suportam discussões nosológicas. 
ER  -