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Gomes, S., Mauritti, R & Mendes, J. (2026). Estratégias Institucionais de Inclusão e Capacitação no Ensino Superior: um estudo de caso. XIV Congreso Iberoamericano de Docencia Universitaria.
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A. S. Gomes et al.,  "Estratégias Institucionais de Inclusão e Capacitação no Ensino Superior: um estudo de caso", in XIV Congreso Iberoamericano de Docencia Universitaria, 2026
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	title = "Estratégias Institucionais de Inclusão e Capacitação no Ensino Superior: um estudo de caso",
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	doi = "10.5281/zenodo.18185505",
	howpublished = "Digital",
	url = "https://cidusantiago2026.com/"
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TY  - CPAPER
TI  - Estratégias Institucionais de Inclusão e Capacitação no Ensino Superior: um estudo de caso
T2  - XIV Congreso Iberoamericano de Docencia Universitaria
AU  - Gomes, S.
AU  - Mauritti, R
AU  - Mendes, J.
PY  - 2026
DO  - 10.5281/zenodo.18185505
UR  - https://cidusantiago2026.com/
AB  - O alargamento da base de recrutamento dos estudantes do ensino superior em
Portugal tem sido dissociado da reconfiguração das orientações e práticas
pedagógicas, que permanecem ainda fortemente orientadas para estudantes
tradicionais (Fragoso et al., 2013; Capucha, 2018; Martins 2015). Tal reflete-se
em culturas institucionais, metodologias de ensino-aprendizagem, dentro e fora
da sala de aula, que nem sempre acolhem a diversidade de percursos,
experiências e necessidades dos estudantes, contribuindo para intensificar o
desfasamento, ao nível da equidade no sucesso, entre estudantes que seguem
percursos contínuos de escolarização e diversas tipologias de estudantes não
tradicionais (Fragoso & Valadas, 2018; Costa et al., 2014; Martins et al., 2016).
O estudo que se apresenta está suportado empiricamente numa base de dados
de registo administrativo censitário sobre estudantes de concursos especiais
(dados nacionais destes concursos produzidos pela DGEEC e dados do Sistema
de Gestão Académica do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa). A análise foca
a experiência de uma universidade portuguesa na resposta ao desafio de
democratização do sistema através da criação de oferta formativa especialmente
adequada para a capacitação de candidatos de vias de acesso não tradicionais.
Num segundo eixo analítico, procura-se ainda discutir como as estratégias
institucionais têm impactado na diversificação do corpo estudantil que acede a
cursos de 1.º ciclo e que concretiza o seu projeto educativo. Procuramos desta
forma problematizar como a cultura de inclusão exige, não só, a criação de vias
alternativas de acesso, mas também, um questionamento crítico sobre os
critérios que definem os conhecimentos e experiências valorizados no ensino
superior.
ER  -