Exportar Publicação

A publicação pode ser exportada nos seguintes formatos: referência da APA (American Psychological Association), referência do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), BibTeX e RIS.

Exportar Referência (APA)
Alves, D. R. & Costa, C. M. (2026). A Página como Espaço Público na Imprensa de Macau. Congresso Internacional “Correspondência(s). Os usos de cartas nos séculos XIX e XX”.
Exportar Referência (IEEE)
D. R. Alves and C. M. Costa,  "A Página como Espaço Público na Imprensa de Macau", in Congr.o Internacional “Correspondência(s). Os usos de cartas nos séculos XIX e XX”, Lisboa, 2026
Exportar BibTeX
@misc{alves2026_1773315120473,
	author = "Alves, D. R. and Costa, C. M.",
	title = "A Página como Espaço Público na Imprensa de Macau",
	year = "2026",
	url = "https://fmsoaresbarroso.pt/eventos/congresso-internacional-correspondencia-s-os-usos-de-cartas-nos-seculos-xix-e-xx"
}
Exportar RIS
TY  - CPAPER
TI  - A Página como Espaço Público na Imprensa de Macau
T2  - Congresso Internacional “Correspondência(s). Os usos de cartas nos séculos XIX e XX”
AU  - Alves, D. R.
AU  - Costa, C. M.
PY  - 2026
CY  - Lisboa
UR  - https://fmsoaresbarroso.pt/eventos/congresso-internacional-correspondencia-s-os-usos-de-cartas-nos-seculos-xix-e-xx
AB  - Esta comunicação propõe uma leitura da imprensa periódica macaense entre o final do século XIX e o início do século XX, destacando de que forma a correspondência publicada nesses jornais se tornou um veículo privilegiado de intervenção cívica, debate político e afirmação identitária. A partir de alguns estudos de caso, argumenta-se que estas publicações funcionaram não apenas como órgãos de opinião, mas como verdadeiras arenas epistolares, onde a elite luso-asiática e outros sectores da sociedade participavam num debate transnacional, disputando sentidos de legitimidade política e pertença cultural. As cartas, frequentemente críticas, programáticas ou abertamente polémicas, revelam como estes periódicos acolheram discussões sobre reformas administrativas, moral pública, participação política e relações luso-chinesas, dando voz a preocupações que dificilmente encontrariam lugar noutros espaços institucionais. A correspondência revela ainda ligações entre Macau, Hong Kong e redes políticas mais amplas, mostrando formas de comunicação que ultrapassavam fronteiras imperiais em contextos coloniais e semicoloniais.
ER  -