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altmann, I., Silva, L.Q., bortolaso, I.V. & fossatti, P. (2023). A educação empreendedora na desconstrução de preconceitos etários. In O novo cenário da educação superior: desafios emergentes. (pp. 29-30). Passo fundo: UPF Editora.
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I. F. Altmann et al.,  "A educação empreendedora na desconstrução de preconceitos etários", in O novo cenário da educação superior: desafios emergentes, Passo fundo, UPF Editora, 2023, vol. 1, pp. 29-30
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TY  - CPAPER
TI  - A educação empreendedora na desconstrução de preconceitos etários
T2  - O novo cenário da educação superior: desafios emergentes
VL  - 1
AU  - altmann, I.
AU  - Silva, L.Q.
AU  - bortolaso, I.V.
AU  - fossatti, P.
PY  - 2023
SP  - 29-30
CY  - Passo fundo
UR  - https://www.upf.br//_uploads/Conteudo/comung_conversa_2023.pdf
AB  - Existem vários preconceitos, e um deles é o ageismo (Butler, 1989), que foca na discriminação pela idade. Contudo, a literatura indica que ações têm sido desenvolvidas para o enfrentamento desse preconceito, principalmente aquelas que contrapõem estereótipos negativos associados à idade. Alguns destes estereótipos negativos identificados nos estudos de Oliveira e Cabral-Cardoso (2018), são a baixa motivação, confiança, desempenho e resistência à mudança. No contexto contemporâneo de combate ao ageismo, a  Educação Empreendedora (EE) surge como uma metodologia ativa de ensino. Esta abordagem não apenas desenvolve o indivíduo para ser empreendedor em qualquer atividade, mas para que seja empreendedor em sua forma de ser (Dolabela, 2007). A EE promove competências como criatividade, inovação, adaptabilidade, resolução de problemas e autonomia (Barbosa et al., 2020; Peroni; Cavalari Junior, 2019). Estas competências se mostram eficazes para transpor o ageismo. Dessa forma, nossa pesquisa objetiva investigar a Educação Empreendedora como uma forma de desconstrução de preconceitos etários. Para isso, realizamos uma revisão de literatura (Gil, 2017) com análise de conteúdo (Bardin, 2011). Nossos resultados indicam que a EE promove um ambiente empático e equalitário, a partir da compreensão e valorização das diferentes perspectivas. Além disso,  a EE desenvolve competências que colaboram para a quebra de stereótipos 
relacionados à idade, como por exemplo a empatia, a diversidade, e a antifragilidade. Por f
im, a EE, nesse mundo em constante mudança, atribui ao indivíduo a possibilidade de ser capaz de se adaptar aos desafios com maior facilidade. Como considerações finais, a EE desempenha um papel crucial  na sociedade ao romper as barreiras impostas pelo ageismo. Ela permite que os indivíduos afetados por esse  preconceito desenvolvam as competências permitindo-lhes inovar e empreender com autonomia, determinação e robusta autoconfiança.
ER  -