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Raposo, Otávio (2026). A batida do gueto: música e diáspora nas periferias de Lisboa. Horizontes Antropológicos. 32 (74), 1-23
O. R. Raposo, "A batida do gueto: música e diáspora nas periferias de Lisboa", in Horizontes Antropológicos, vol. 32, no. 74, pp. 1-23, 2026
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TY - JOUR TI - A batida do gueto: música e diáspora nas periferias de Lisboa T2 - Horizontes Antropológicos VL - 32 IS - 74 AU - Raposo, Otávio PY - 2026 SP - 1-23 SN - 1806-9983 DO - 10.1590/1806-9983e0740603 UR - https://www.scielo.br/j/ha/a/b3dqLY9mN6D7y6dqT5K9bgq/?lang=pt AB - O maior acesso às tecnologias digitais abriu novas oportunidades para as intervenções estéticas dos jovens afrodescendentes de territórios marginalizados. A consolidação de um conjunto de ritmos afrodiaspóricos (rap crioulo, batida, kuduro, afrobeat) na capital portuguesa protagonizado por jovens negros é exemplar desse processo, em que as novas tecnologias ampliaram as possibilidades de hibridização cultural, bem como de produção, circulação e consumo musical. Se a invisibilidade da presença negra e africana em Portugal tem sido posta em causa nos últimos anos pela explosão mediática desses estilos musicais, importa aprofundar características fundamentais que acompanham o processo criativo dos seus agentes: hibridização, cosmopolitismo e resistência. A partir de um dos estilos musicais de maior sucesso nas pistas de dança da capital portuguesa - batida - este artigo examina a influência dos ritmos afrodiaspóricos na produção de novos saberes, pertencimentos e imaginários numa perspectiva decolonial, bem como na promoção da cultura negra e africana em Portugal. ER -
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