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Carvalho da Silva, V. (2025). “Não é para mim, é para os outros”: Disposições e Reflexividades dos adultos pouco escolarizado que, em Portugal, não retomaram a educação formal sobre a Educação e Formação de Adultos e sobre a EALV.   XIII Congresso Português de Sociologia .
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V. P. Silva,  "“Não é para mim, é para os outros”: Disposições e Reflexividades dos adultos pouco escolarizado que, em Portugal, não retomaram a educação formal sobre a Educação e Formação de Adultos e sobre a EALV.  ", in XIII Congr.o Português de Sociologia , 2025
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TY  - CPAPER
TI  - “Não é para mim, é para os outros”: Disposições e Reflexividades dos adultos pouco escolarizado que, em Portugal, não retomaram a educação formal sobre a Educação e Formação de Adultos e sobre a EALV.  
T2  - XIII Congresso Português de Sociologia 
AU  - Carvalho da Silva, V.
PY  - 2025
UR  - https://aps.pt/xiii-congresso-portugues-de-sociologia/
AB  - A subqualificação da população portuguesa é um problema persistente que tem deixado o país nos últimos
lugares da pole position relativamente aos restantes países da União Europeia. Uma investigação recente revelou que os adultos pouco escolarizados que não retomaram a educação formal representam 42% da população nacional (Carvalho da Silva e Ávila, 2022). A partir dos dados do inquérito à Educação e Formação de Adultos (INE, 2016), foi possível atestar a transversalidade e heterogeneidade deste segmento, tendo-se identificado três perfis sociais, o que justificou a pertinência de um olhar em profundidade para o fenómeno.
Resultados de diferentes edições deste Inquérito permitiram observar que os adultos menos escolarizados têm sido os que menos participam em modalidades de EALV (Ávila e Aníbal, 2019). A apreensão relativamente a este fenómeno tem sido tanto maior, quanto mais se tem compreendido o tamanho do fosso entre os que têm e os que não têm recursos educativos. Note-se que estamos perante adultos a quem se atribuem dificuldades em aceder e gerir a informação e em interiorizar a necessidade de serem autogestores da sua vida e das suas próprias aprendizagens, pelo que a disponibilização de ofertas poderá não ser suficiente, por si só, para gerar a procura e a sua participação.
Esta comunicação visa dar conta dos mais recentes resultados de uma investigação que pretendeu captar, a partir da realização de 21 entrevistas de cariz biográfico, os motivos que contribuem para a compreensão da relação de distanciamento destes adultos pouco escolarizados com as diferentes iniciativas de educação formal que, nas últimas décadas em Portugal, têm permitido o aumento dos níveis de escolaridade da população adulta. As razões de afastamento são analisadas a partir das reflexividades e disposições dos/as coisas entrevistados/as relativamente à existência, ou não, de uma idade para aprender, das suas representações sobre a EFA (o que referem conhecer das suas ofertas, promotores e modalidades) e das barreiras à participação em atividades de educação formal
ER  -