Exportar Publicação
A publicação pode ser exportada nos seguintes formatos: referência da APA (American Psychological Association), referência do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), BibTeX e RIS.
Mineiro, João. (2026). Livre-Arbítrio, Allen Halloween, 2019: Uma noite que não acaba nunca. Conferência Internacional Literatura e Sociedade.
J. N. Mineiro, "Livre-Arbítrio, Allen Halloween, 2019: Uma noite que não acaba nunca", in Conferência Internacional Literatura e Sociedade, Lisboa, 2026
@misc{mineiro2026_1780562242547,
author = "Mineiro, João.",
title = "Livre-Arbítrio, Allen Halloween, 2019: Uma noite que não acaba nunca",
year = "2026",
url = "https://www.bnportugal.gov.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2149%3Aconferencia-internacional-literatura-e-sociedade&catid=178%3A2026&Itemid=2137&lang=pt&fbclid=IwY2xjawR0aBJleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFqN2RwMmcwZ2kyU1UzUUxrc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHoVINw9ieQfKgUmyJEDcSHclSaZ3NuS3ZloVMSfwYkHUCzg2blpDvRPEYLvs_aem_KLip-nF0QCNEfn3PlBlJJA"
}
TY - CPAPER TI - Livre-Arbítrio, Allen Halloween, 2019: Uma noite que não acaba nunca T2 - Conferência Internacional Literatura e Sociedade AU - Mineiro, João. PY - 2026 CY - Lisboa UR - https://www.bnportugal.gov.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2149%3Aconferencia-internacional-literatura-e-sociedade&catid=178%3A2026&Itemid=2137&lang=pt&fbclid=IwY2xjawR0aBJleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFqN2RwMmcwZ2kyU1UzUUxrc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHoVINw9ieQfKgUmyJEDcSHclSaZ3NuS3ZloVMSfwYkHUCzg2blpDvRPEYLvs_aem_KLip-nF0QCNEfn3PlBlJJA AB - “Ninguém ouve, irmão”, escuta-se em Bandido Velho, canção-poema de Allen Halloween, rapper que, ao longo de uma década, construiu um dos gestos poéticos mais singulares da cultura portuguesa contemporânea. Os poemas das suas músicas seriam reunidos em Livre-Arbítrio, obra que permite escrutinar não apenas as fronteiras entre ciências sociais e literatura, mas também o modo como a literatura pode emergir para lá dos próprios livros. No seu caso, a poesia afirma-se em letras onde o canto, a rima, a declamação e o grito funcionam como dispositivos de uma crónica de territórios invisibilizados: espaços constituídos como objeto de criminalização, estigma e pânico moral. Quando o microfone muda de lado – e de objeto se passa a sujeito -, o que emerge é um mundo humano denso e complexo, no qual se desafiam as fronteiras entre o bem o mal, a melancolia e a raiva, o desalento e a esperança, a luz e a sombra. Nos seus textos, a sensibilidade cinematográfica, a concisão contista e a agilidade da prosa articulam-se num desafio contínuo à noção de representação, propondo, em seu lugar, uma forma de cumplicidade poética com quem habita “uma noite que não acaba nunca” e que, ainda assim, insiste em continuar o caminho. ER -
English