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Paolo, E. (2026). Tecnologias digitais: Transformações na intervenção social na ação social portuguesa. Colóquio doutoral - ESPP - 12ª edição - Iscte.
E. G. Paolo, "Tecnologias digitais: Transformações na intervenção social na ação social portuguesa", in Colóquio doutoral - ESPP - 12ª edição - Iscte, 2026
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TY - CPAPER TI - Tecnologias digitais: Transformações na intervenção social na ação social portuguesa T2 - Colóquio doutoral - ESPP - 12ª edição - Iscte AU - Paolo, E. PY - 2026 AB - A transformação digital nos serviços sociais coloca desafios e oportunidades, suscitando questões fundamentais relacionadas com a justiça social, a ética e a equidade. Embora as tecnologias prometam maior eficiência, persiste um desconhecimento científico sobre o impacto da transformação digital na intervenção social, nas pessoas beneficiárias e nas estratégias a adotar, que este estudo pretende contribuir. Esta investigação visa compreender e analisar que tecnologias digitais suportam a intervenção social, e suas dimensões: ética, proteção de dados e relação personalizada profissionais/sujeitos de intervenção. A partir da experiência de profissionais e pessoas beneficiárias dos serviços da ação social, serão recolhidos dados mistos que servirão para elaborar um quadro metodológico e ético de suporte à intervenção social digital. A metodologia adotada consiste num desenho misto sequencial exploratório, estruturado em três fases (fase 1 – entrevistas semiestruturadas com profissionais de intervenção social; fase 2 – grupo focal com pessoas beneficiárias de ação social; e fase 3 – questionário com profissionais de intervenção social à escala nacional). Nesta comunicação apresenta-se a primeira fase, com 52 entrevistas junto de profissionais de intervenção social de 18 municípios da área metropolitana de Lisboa, que trabalham na ação social. A análise preliminar revela alguns temas dominantes: (1) uma perceção do aumento da carga administrativa sobre os profissionais resultante dos novos sistemas digitais; (2) benefícios digitalização: sustentabilidade, acesso facilitado a informações e simplificação de documentos; (3) digitalização ainda incompleta/ineficaz pela participação insuficiente das pessoas beneficiárias, baixa literacia digital ou inadequação das respostas digitais às necessidades; (4) dilemas éticos sobre privacidade dos dados. ER -
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