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Patrícia Alagoa, Ramalho, Nélson & Ana Paula Gonçalves Martins Garcia (2025). Os serviços de apoio domiciliário e a promoção da saúde e bem-estar das pessoas idosas: o caso da Santa Casa da Misericórdia da Amadora. RIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologia. 7, 211-222
P. Alagoa et al., "Os serviços de apoio domiciliário e a promoção da saúde e bem-estar das pessoas idosas: o caso da Santa Casa da Misericórdia da Amadora", in RIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologia, vol. 7, pp. 211-222, 2025
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TY - JOUR TI - Os serviços de apoio domiciliário e a promoção da saúde e bem-estar das pessoas idosas: o caso da Santa Casa da Misericórdia da Amadora T2 - RIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologia VL - 7 AU - Patrícia Alagoa AU - Ramalho, Nélson AU - Ana Paula Gonçalves Martins Garcia PY - 2025 SP - 211-222 SN - 2795-5559 DO - 10.61415/riage.341 AB - Este estudo analisa o papel dos Serviços de Apoio Domiciliário na promoção da saúde e bem-estar de idosos no concelho da Amadora, Portugal. O objetivo foi caracterizar o perfil dos utentes e avaliar o impacto destes serviços na sua qualidade de vida. A metodologia foi quantitativa, com recolha de dados através de inquéritos por entrevista realizados entre janeiro e maio de 2023, com 69 utentes do Serviços de Apoio Domiciliário Centro da Santa Casa da Misericórdia da Amadora. Os resultados mostram que 65.20% dos utentes são mulheres, sendo a maioria (42.03%) dos 80 aos 89 anos. Todos enfretam problemas de saúde e mobilidade. As doenças mais prevalentes são hipertensão (55.07%), problemas cardíacos (36.23%) e osteoarticulares (24.64%). Quanto à mobilidade, 72.46% deslocam-se autonomamente dentro de casa, embora 24.6% nunca saiam devido a barreiras arquitetónicas. Constatou-se que 40.58% dos utentes vivem sozinhos, recorrendo sobretudo ao apoio informal dos filhos e ao suporte formal prestado pelos Serviços de Apoio Domiciliário para obtenção dos cuidados. Conclui-se que os SAD são essenciais para promover a autonomia, saúde e qualidade de vida da população idosa. É crucial investir na formação contínua dos cuidadores, melhorar infraestruturas para acessibilidade e fortalecer as redes de apoio comunitário, respondendo, assim, aos desafios do envelhecimento demográfico. ER -
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