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Sepúlveda, R. & Valente, V. (2026). A Intimidade em Formato de App. In Entre Dados e Poder: Infraestruturas Digitais e Vida Quotidiana. (pp. 48-68). Lisboa, Portugal: ICNOVA — Instituto  de Comunicação da NOVAFaculdade de CiênciasSociais e HumanasUniversidade Nova de Lisboa .
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R. A. Sepúlveda and V. Valente,  "A Intimidade em Formato de App", in Entre Dados e Poder: Infraestruturas Digitais e Vida Quotidiana, Lisboa, Portugal, ICNOVA — Instituto  de Comunicação da NOVAFaculdade de CiênciasSociais e HumanasUniversidade Nova de Lisboa , 2026, pp. 48-68
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TY  - CHAP
TI  - A Intimidade em Formato de App
T2  - Entre Dados e Poder: Infraestruturas Digitais e Vida Quotidiana
AU  - Sepúlveda, R.
AU  - Valente, V.
PY  - 2026
SP  - 48-68
CY  - Lisboa, Portugal
UR  - https://livros.fcsh.unl.pt/icnova/catalog/book/303
AB  - “Entre Dados e Poder: Infraestruturas Digitais e Vida Quotidiana” analisa criticamente o papel das infraestruturas digitais e dos processos de dataficação na organização e governação das sociedades contemporâneas. Parte do princípio de que estes fenómenos, que se complementam e reforçam mutuamente, não são meros suportes técnicos, neutros e inevitáveis. Pelo contrário, constituem formas de poder, maioritariamente controladas por interesses comerciais privados, que penetram, transformam e estruturam um número crescente de esferas da vida social, frequentemente sem estarem sujeitas a escrutínio público. Este é o objetivo central do livro: tornar visíveis os contornos desta transformação através de análises situadas de como as infraestruturas digitais e a dataficação operam, das lógicas e normatividades que impõem, das suas implicações sociais, políticas e económicas, e das possibilidades de imaginar alternativas. Organizada em três partes, a obra aborda: (1) impactos da dataficação da vida social; (2) a governação e regulação das infraestruturas digitais; e (3) as possibilidades de construção de alternativas críticas e democráticas. Ao articular debates internacionais com estudos empíricos apresentados em português, o livro problematiza a nossa crescente dependência tecnológica e propõe uma reflexão informada para futuros sociotécnicos mais justos e transparentes.
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