Exportar Publicação

A publicação pode ser exportada nos seguintes formatos: referência da APA (American Psychological Association), referência do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), BibTeX e RIS.

Exportar Referência (APA)
Raposo, P. (2026). Descolonizando conhecimento sobre a cidade e suas margens, repensando modos de reparação: confluindo com Sinho Baessa e suas caminhadas afetivas Noz Storia . VII INTERNATIONAL  CONFERENCE  “COMbART:  Artistic Sustainabilities,  urgencies and eco-sensibilities .
Exportar Referência (IEEE)
P. J. Raposo,  "Descolonizando conhecimento sobre a cidade e suas margens, repensando modos de reparação: confluindo com Sinho Baessa e suas caminhadas afetivas Noz Storia ", in VII INTERNATIONAL  CONFERENCE  “COMbART:  Artistic Sustainabilities,  urgencies and eco-sensibilities , Porto, 2026
Exportar BibTeX
@misc{raposo2026_1788037740673,
	author = "Raposo, P.",
	title = "Descolonizando conhecimento sobre a cidade e suas margens, repensando modos de reparação: confluindo com Sinho Baessa e suas caminhadas afetivas Noz Storia ",
	year = "2026",
	howpublished = "Digital",
	url = "https://www.combartconf.com/en"
}
Exportar RIS
TY  - CPAPER
TI  - Descolonizando conhecimento sobre a cidade e suas margens, repensando modos de reparação: confluindo com Sinho Baessa e suas caminhadas afetivas Noz Storia 
T2  - VII INTERNATIONAL  CONFERENCE  “COMbART:  Artistic Sustainabilities,  urgencies and eco-sensibilities 
AU  - Raposo, P.
PY  - 2026
CY  - Porto
UR  - https://www.combartconf.com/en
AB  - É sobejamente conhecida a postura e a tradição científica clássica na qual museus, pesquisadores e colecionadores constituem e circulam arquivos com o objetivo de apresentar o “Outro”. Contemporaneamente, essas coleções etnográficas abandonam as reservas técnicas das instituições, de museus, galerias, bibliotecas, e seus acervos e reflexões académicas e especializadas são revisitadas e interpeladas, quando não postas em causa. Novos arquivos, de produção vernacular e tantas vezes de viés artístico, revelam significados que são atribuídos ao lugar e ao conhecimento situado sobre tais “histórias”, neles emergindo práticas de subversão e crítica dos acervos históricos e das chamadas histórias oficiais. Tenho vindo a acompanhar diferentes processos de produção destes arquivos vernaculares ou de práticas artivisticas que realinham a produção de narrativas e subvertem a ideia de que existem instituições legitimas/narrativas únicas que detêm, de forma privilegiada, tais patrimónios e memórias. Assim, nesta comunicação procuro trazer a experiência de um projeto de memorial e arquivo vernacular, baseado na dinâmica do storytelling da autoria de Sinho Baessa, intitulado Noz Storia. Este projeto, através de práticas de caminhada afetiva e contação de histórias biográficas, constitui-se numa outra versão da história dos bairros autoconstruídos, periferizados e racializados na cidade de Lisboa. Junto com Sinho Baessa, artista e ativista negro e morador destes bairros consecutivamente destruídos, pretendemos interpelar e melhor entender estas novas dinâmicas e desafios que se colocam à produção de conhecimento situado e que se podem também entender como modalidades contracoloniais de artivismo ou de uma estética socialmente comprometida e politicamente engajada.
ER  -