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Gregoviski, V. R., Monteiro, J. K., Areosa, J. P. de S., Consoli, J. & Oliveira, G. F. (2026). Trabalho, desemprego e saúde mental de imigrantes Brasileiros em Portugal. International Journal on Working Conditions,(30), 56?77. https://doi.org/10.5281/zenodo.21792274
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V. R. Gregoviski et al.,  "Trabalho, desemprego e saúde mental de imigrantes Brasileiros em Portugal", in Int. Journal on Working Conditions, no. 30, pp. 56-77, 2026
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	pages = "56-77",
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TY  - JOUR
TI  - Trabalho, desemprego e saúde mental de imigrantes Brasileiros em Portugal
T2  - International Journal on Working Conditions
IS  - 30
AU  - Gregoviski, V. R.
AU  - Monteiro, J. K.
AU  - Areosa, J. P. de S.
AU  - Consoli, J.
AU  - Oliveira, G. F.
PY  - 2026
SP  - 56-77
SN  - 2182-9535
DO  - 10.5281/zenodo.21792274
UR  - https://ricot.com.pt/PT/jornal.php?subop=8&search=&language=PT
AB  - Este artigo fundamenta-se na análise temática de entrevistas com imigrantes brasileiros residentes na região de Lisboa (Portugal). Objetivou-se analisar suas vivências de trabalho e de desemprego, bem como os recursos de apoio e as estratégias de mediação mobilizadas frente adversidades do contexto migratório. A partir da perspectiva da Clínica Psicodinâmica do Trabalho, buscou-se compreender como as dinâmicas laborais, demarcadas pela precarização, informalidade e desemprego, produzem impactos na saúde mental. Por meio de entrevistas semiestruturadas e dos instrumentos “Questionário Sociodemográfico, Laboral e de Saúde”, SRQ-20 e LiMEs, aplicados a cinco participantes, a análise se distribuiu nas categorias: cultura e rotina, sofrimento frente ao trabalho, estratégias de mediação, suporte social e saúde mental. Os resultados evidenciam que o processo migratório é atravessado por tensões culturais, socioeconômicas e psíquicas, e que as vivências de desvalorização, assédio moral e violência laboral enquanto expressões do não reconhecimento e da desigualdade enfrentada no campo do trabalho produzem sofrimentos. Reforça-se a vivência de xenoracismo, machismo e isolamento social por alguns participantes. As redes de apoio, nesse cenário, foram fundamentais para a manutenção da saúde mental. Ademais, apesar das dificuldades frisadas no artigo, Portugal ainda foi percebido como um país em que há possibilidade de crescimento e vivências prazerosas.
ER  -