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Stoleroff, A. (2015). Que novos rumos para o sindicalismo docente?. 5º Congresso do SPGL.
Exportar Referência (IEEE)
A. D. Stoleroff,  "Que novos rumos para o sindicalismo docente?", in 5º Congr.o do SPGL, Lisboa, Portugal, 2015
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TY  - CPAPER
TI  - Que novos rumos para o sindicalismo docente?
T2  - 5º Congresso do SPGL
AU  - Stoleroff, A.
PY  - 2015
CY  - Lisboa, Portugal
AB  - Em consequência tanto de mudanças qualitativas nas políticas de educação e de gestão das organizações escolares e das carreiras docentes como da fragmentação das identidades dos professores, os conceitos do profissionalismo docente estão a evoluir para novos terrenos. Sendo o sindicalismo docente o principal veículo do profissionalismo dos professores em Portugal, ele acompanhará esses desenvolvimentos e adaptará as suas perspectivas ou sofrerá perda de relevância para os professores. Ora, uma vez enunciadas estas constatações relativamente fáceis, é preciso identificar e analisar as tendências na formação das identidades profissionais dos professores que subjazem as suas relações com o sindicalismo. Para o efeito, nesta comunicação far-se-á referência a resultados selecionados de um inquérito nacional (N=1.872) representativo dos professores portugueses do ensino básico e secundário público do continente português aos diferentes níveis de ensino. A análise aponta para a realidade de uma heterogeneidade de sentidos do profissionalismo - sobretudo em função de gerações - que não pode não ter uma influência importante sobre possíveis novos rumos para o sindicalismo docente. A classe docente possui identidades profissionais fragmentadas e existem minorias substantivas de professores que aceitaram ou se acomodaram com as mudanças. Além disso, as atitudes dos professores demonstram geralmente uma fraca influência do discurso sindical sobre as suas concepções profissionais e não existem grandes diferenças na distribuição de atitudes entre sindicalizados e não-sindicalizados. Os inqueridos tendem sobretudo a indicar a defesa profissional como a sua principal razão pela sindicalização. Os não-sindicalizados indicam sobretudo a sua percepção da politização excessiva dos sindicatos e a percepção de que não contribuem para a qualidade do trabalho como justificações pela não-sindicalização. Por isso, novos rumos para o sindicalismo docente em Portugal não serão compatíveis com uma defesa reflexiva de padrões e práticas institucionais que podem ter existido anteriormente.
ER  -