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Coelho, J. V. (2017). Pensar local, agir global: Da universalização do particularismo na internacionalização de empresas portuguesas. IV Colóquio Doutoral da ESPP - ISCTE/IUL.
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J. V. Coelho,  "Pensar local, agir global: Da universalização do particularismo na internacionalização de empresas portuguesas.", in IV Colóquio Doutoral da ESPP - ISCTE/IUL, Lisboa, 2017
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	howpublished = "Digital"
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TY  - CPAPER
TI  - Pensar local, agir global: Da universalização do particularismo na internacionalização de empresas portuguesas.
T2  - IV Colóquio Doutoral da ESPP - ISCTE/IUL
AU  - Coelho, J. V.
PY  - 2017
CY  - Lisboa
AB  - A existência de diferentes estádios de internacionalização de uma empresa ou organização, e o efeito diferencial destes na estruturação de práticas de gestão de mobilidade, é realçado como relevante por diferentes autores. Práticas de expansão internacional horizontal ou geocêntrica, implicando maior independência das unidades locais, produzem efeitos distintos de práticas ancoradas na centralização de processos produtivos. As primeiras implicam um exercício de desnacionalização da actividade empresarial e contribuem, em certa medida, para diluir marcadores de nacionalidade; as últimas suscitam uma maior subordinação das unidades locais, e, correlativamente, uma maior mobilidade geográfica de indivíduos procedentes da empresa-mãe.
Nesta comunicação, os processos de internacionalização empresarial são apresentados como dispositivos de hibridação, tendentes a universalizar os particularismos locais ou a particularizar os universalismos, envolvendo a produção de diferenciação, de maior diversidade. É considerado o suporte empírico de dados recolhidos em entrevistas realizadas a responsáveis por processos de internacionalização e de gestão de mobilidade internacional de indivíduos, nas empresas portuguesas tomadas como caso pela pesquisa. Apresenta-se, resultante da análise realizada, uma convergência, uma divergência e uma especificidade, nos casos considerados.
Uma convergência: a prevalência de empresas nacionais internacionalizadas, a inexistência correlativa de empresas geneticamente internacionais. Uma divergência: a existência de diferentes estádios de internacionalização, enquadrados, porém, por um mesmo discurso institucional: a afirmação da internacionalização e do internacionalismo como atributo genético, uma natureza incontornável. Uma especificidade: o “pensar local, agir global” como estilema ilustrador das práticas de gestão descritas, à luz do qual princípios de actuação doméstica são internacionalizados, não sem fricção ou dificuldade.

ER  -