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Henriques, S. & Silva, J. (2016). Novas Substâncias Psicoativas (NSP): Políticas públicas, mercados e espaços invisíveis. In IX Congresso Português de Sociologia: Portugal, território de territórios. Faro: Associação Portuguesa de Sociologia.
S. A. Henriques and J. D. Silva, "Novas Substâncias Psicoativas (NSP): Políticas públicas, mercados e espaços invisíveis", in IX Congr.o Português de Sociologia: Portugal, território de territórios, Faro, Associação Portuguesa de Sociologia, 2016
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TY - CPAPER TI - Novas Substâncias Psicoativas (NSP): Políticas públicas, mercados e espaços invisíveis T2 - IX Congresso Português de Sociologia: Portugal, território de territórios AU - Henriques, S. AU - Silva, J. PY - 2016 CY - Faro UR - https://associacaoportuguesasociologia.pt/ix_congresso/actas/actas AB - A presente comunicação retrata, contextualiza e discute o fenómeno das novas substâncias psicoativas, dando especial enfoque à realidade portuguesa e destacando o exemplo das smartshops. Novas Substâncias Psicoativas (NSP) são um fenómeno emergente de drogas que consiste no aparecimento ou reaparecimento de um conjunto de substâncias no mercado que, de acordo com a sua composição química, formas de uso e meios de aquisição, se assemelham às drogas convencionais, mas com novas particularidades. Subdividindo este fenómeno em dois momentos-chave associados ao fenómeno no país – antes e depois do Decreto Lei Nº54/2013 de 17 Abril -, o tema das NSP é aqui problematizado essencialmente a partir da sua definição global e científica, sendo posteriormente enquadrado em função das suas fases cíclicas em Portugal, políticas implementadas e prevalência de consumo entre a população. ER -
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