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Sampaio, S. (2017). E o público, pá? Os limites da propaganda no Jornal Português (1938-1951). VII Encontro Anual da AIM.
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P. S. Sampaio,  "E o público, pá? Os limites da propaganda no Jornal Português (1938-1951)", in VII Encontro Anual da AIM, Braga, 2017
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TY  - CPAPER
TI  - E o público, pá? Os limites da propaganda no Jornal Português (1938-1951)
T2  - VII Encontro Anual da AIM
AU  - Sampaio, S.
PY  - 2017
CY  - Braga
UR  - http://aim.org.pt/encontro/LivroResumos-VIIEncontroAnualAIM.pdf
AB  - Dois impulsos complementares definem o jornal de actualidades: o de registar o real e o de exercer algum tipo de acção sobre o público – seja para o maravilhar e entreter, seja para o educar e persuadir. Não é, pois, de admirar que diversos regimes autoritários tenham procurado cultivar e controlar este género. O Jornal Português: Revista Mensal de Actualidades não foi excepção. Produzido entre 1938 e 1951 para o órgão central de propaganda do Estado Novo, resultou numa estreita colaboração entre o cinema e o regime de Salazar. Os poucos estudos que lhe têm sido dedicados têm, por isso mesmo, incidido sobre o seu carácter propagandístico (Piçarra 2006, 2011; Braga 2005). A minha comunicação segue uma linha de investigação alternativa, que reconhece nos cine-jornais “uma produção cultural complexa e heterogénea” (Luchetti 2016), resultante do cruzamento de práticas sociais, económicas, políticas e culturais diversas. Esta linha permite reaproximar o Jornal Português dos seus congéneres internacionais, sublinhando a sua inserção em práticas cinematográficas (de produção e recepção) bem estabelecidas. Permite também a valorização dos chamados temas ‘brandos’, revelando a sua ligação com os primórdios do cinema, mais centrado na imagem (vistas, viagens, atrações) do que propriamente no discurso. Estas características sugerem uma tensão entre agendas comerciais, estéticas e políticas, evidenciando aquele que é o grande problema dos estudos de propaganda: o público.
ER  -