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Sampaio, S. (2017). Imagens em movimento, práticas cinematográficas e práticas turísticas: reavaliando o ‘olhar turístico’. 2º Encontro do Grupo de Investigação Práticas e Políticas da Cultura do CRIA – Desafios do ‘turístico’ na actualidade.
P. S. Sampaio, "Imagens em movimento, práticas cinematográficas e práticas turísticas: reavaliando o ‘olhar turístico’", in 2º Encontro do Grupo de Investigação Práticas e Políticas da Cultura do CRIA – Desafios do ‘turístico’ na actualidade, Lisboa, 2017
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TY - CPAPER TI - Imagens em movimento, práticas cinematográficas e práticas turísticas: reavaliando o ‘olhar turístico’ T2 - 2º Encontro do Grupo de Investigação Práticas e Políticas da Cultura do CRIA – Desafios do ‘turístico’ na actualidade AU - Sampaio, S. PY - 2017 CY - Lisboa AB - As práticas turísticas e de viagem têm acompanhado o cinema desde os seus inícios, tendo sido cruciais para o desenvolvimento do cinema, não apenas como uma indústria, mas também como um sistema de práticas de grande alcance social. Esta comunicação explora a relação entre práticas cinematográficas e práticas turísticas na realização de filmes turísticos portugueses das décadas de 60 e 70. Para além da análise de imagens em movimento depositadas no Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM), da Cinemateca Portuguesa–Museu do Cinema, recorro ao testemunho de profissionais de cinema e seus familiares, a fim de ‘recuperar’, na medida do possível, os contextos e as práticas de produção destes filmes. Ainda que frequentemente relegados (pelos próprios realizadores) para uma posição secundária ou marginal, estes filmes permitiram a estes profissionais a experimentação de novas técnicas e tecnologias, a permanência dentro de uma profissão manifestamente precária, bem como o desenvolvimento de uma práxis profissional, que lhes granjeou reconhecimento dentro e fora do meio cinematográfico. No caso particular dos filmes de promoção turística, argumento que a representação ‘incarnada’ e imersiva dos turistas e do turístico que vemos surgir nos anos 60 e 70 resultou da sobreposição de experiências cinematográficas e turísticas, e não tanto da imposição de um ‘olhar turístico’ por parte da indústria ou do Estado. Concluo com uma reflexão sobre as implicações que esta investigação poderá trazer quer para o estudo da visualidade turística em contextos actuais quer para a teorização do turístico, em geral. ER -
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