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Maia, M. (2009). Hepatite C: vivência da doença, do tratamento e da cura. In Os Saberes da Cura. Antropologia da doença e práticas terapêuticas. (pp. 53-77). Lisboa: Climepsi.
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M. A. Maia,  "Hepatite C: vivência da doença, do tratamento e da cura", in Os Saberes da Cura. Antropologia da doença e práticas terapêuticas, Lisboa, Climepsi, 2009, pp. 53-77
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TY  - CHAP
TI  - Hepatite C: vivência da doença, do tratamento e da cura
T2  - Os Saberes da Cura. Antropologia da doença e práticas terapêuticas
AU  - Maia, M.
PY  - 2009
SP  - 53-77
CY  - Lisboa
AB  - Desde que tomou a saúde e a doença como um objeto de estudo, a antropologia questionou: os sistemas etiológicos e terapêuticos, profanos e biomédicos (Laplantine, 1986); as concepções da saúde e da doença, do normal e do patológico (Canguilhem, 1966); as “ideo-lógicas” da saúde e da doença (Augé & Herzlich, 1984); a relação médico-paciente; as conexões entre o sociocultural e o orgânico, nomeadamente a descrição dos sintomas, a gestão da dor, a reação à dor; as políticas e instituições de saúde; a distribuição social e os aspetos culturais da saúde e da doença. 
Numa perspetiva heurística, tentei explorar o caso da hepatite C, uma doença particular pelos seguintes motivos: é crónica mas tem cura; apresenta poucos ou nenhuns sintomas mas o seu tratamento tem habitualmente muitos efeitos indesejáveis, tornando-a sintomática no momento da tentativa de cura, o que cria um paradoxo, na vivência da doença, entre o processo de entrada na cura e o estado de debilidade causado pelo seu tratamento; e é relativamente pouco conhecida apesar de atingir 3% da população mundial. 
ER  -