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Marques Alves, P. (2018). Uma estratégia para a saída da crise do sindicalismo - o eco-sindicalismo. III Encontro Internacional de Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho – Education, Employment and Retirement: Transitions in Risk Societies?.
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P. J. Alves,  "Uma estratégia para a saída da crise do sindicalismo - o eco-sindicalismo", in III Encontro Internacional de Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho – Education, Employment and Retirement: Transitions in Risk Societies?, Lisboa, 2018
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TY  - CPAPER
TI  - Uma estratégia para a saída da crise do sindicalismo - o eco-sindicalismo
T2  - III Encontro Internacional de Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho – Education, Employment and Retirement: Transitions in Risk Societies?
AU  - Marques Alves, P.
PY  - 2018
CY  - Lisboa
AB  - Perante a crise em que se encontram, consubstanciada numa perda de efetivos e de influência social e política, os vários movimentos sindicais têm vindo a implementar um conjunto de ações visando a sua revitalização (Frege e Heery, 2003). Neste contexto, uma linha possível de atuação é a da construção de um sindicalismo conjugando preocupações no domínio laboral, a sua esfera de ação tradicional, com outras que a extravasam. 
Esta é uma estratégia que tem vindo a ser seguida e que tem levado alguns movimentos sindicais a não só intervir autonomamente em questões relativas ao ambiente, ao consumo, na luta contra todas as formas de discriminação etc., mas também tem conduzido ao estabelecimento de alianças e de coligações com outros movimentos sociais. Ao empenharem-se em ações fora do âmbito laboral, os sindicatos podem refutar as acusações recorrentes de “corporatismo” e, deste modo, aumentarem a sua influência na sociedade através quer da melhoria da sua imagem quer porque ao atuarem nestes domínios isso pode permitir-lhes aproximarem-se de outros grupos de trabalhadores de contacto mais difícil.
Para Tattersall (2005, cit. In Kloosterboer, 2008), estas alianças podem ser de diferentes tipos, de acordo com um conjunto de dimensões, entre as quais se contam o seu grau de profundidade e de prolongamento no tempo. 
Durante décadas, o movimento sindical e os outros movimentos sociais pareceram ser entidades estranhas. Ultimamente há sinais mais claros de uma mudança e os exemplos de alianças e coligações multiplicam-se, quer que se centrem em questões laborais quer se construam em torno de matérias extralaborais, à escala local, nacional ou internacional.
Esta comunicação visa analisar como é que o movimento sindical português tem vindo a intervir em esferas como o ambiente ou o consumo. Com base em análise documental, em particular dos documentos congressuais, evidenciaremos o défice de atuação nestes domínios.

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