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Paizinho, C. & Ferreiro, M. de F. (2016). Práticas de economia solidária em iniciativas de agricultura urbana do concelho de Lisboa. Os casos do Vale de Chelas, da Alta de Lisboa e da Horta do Baldio. In Mourão, I. de M., Ferreira, M. E., Brito, L. M., e Ramos, A. C. (Ed.), I Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica. (pp. 53-61). Estoril: Associação Portuguesa de Horticultura (APH).
C. Paizinho and M. D. Ferreiro, "Práticas de economia solidária em iniciativas de agricultura urbana do concelho de Lisboa. Os casos do Vale de Chelas, da Alta de Lisboa e da Horta do Baldio", in I Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica, Mourão, I. de M., Ferreira, M. E., Brito, L. M., e Ramos, A. C., Ed., Estoril, Associação Portuguesa de Horticultura (APH), 2016, pp. 53-61
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TY - CPAPER TI - Práticas de economia solidária em iniciativas de agricultura urbana do concelho de Lisboa. Os casos do Vale de Chelas, da Alta de Lisboa e da Horta do Baldio T2 - I Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica AU - Paizinho, C. AU - Ferreiro, M. de F. PY - 2016 SP - 53-61 CY - Estoril UR - https://aphorticultura.pt/atas-2014-2017/ AB - A agricultura urbana tem um importante papel na mitigação de problemas sociais, económicos e ambientais, ao promover a coesão social, as relações de reciprocidade, a produção local, práticas agrícolas sustentáveis e o uso de solos abandonados. A agricultura urbana é, assim, suscetível de ser analisada à luz da economia solidária, enquanto abordagem substantiva da economia, baseada na reciprocidade, domesticidade, redistribuição, participação democrática e em relações de solidariedade, sendo especialmente relevante a perspetiva da Macaronésia, pela diversidade de projetos propostos: social; económico; cultural; ambiental; territorial; de conhecimento interativo; de gestão inovadora; político. O artigo tem como principal objetivo a identificação das práticas de economia solidária (perspetiva da Macaronésia) presentes em três hortas urbanas do concelho de Lisboa: o Parque Hortícola do Vale de Chelas (iniciativa formal da Câmara Municipal de Lisboa), o Parque Agrícola da Alta de Lisboa (iniciativa formal, associativa, da Associação para a Valorização Ambiental da Alta de Lisboa) e a Horta do Baldio (iniciativa informal). Foi adotada uma abordagem metodológica de natureza quantitativa e qualitativa envolvendo inquéritos a utentes das iniciativas (n=42), entrevistas semi-diretivas a atores com responsabilidades nas iniciativas (n=3) e a observação participante. Com base nas 35 práticas avaliadas, representativas de oito projetos da economia solidária da Macaronésia, identificámos 31 práticas, sendo sete muito relevantes e quatro relevantes. Destacam-se a produção em modo biológico, os contributos para a coesão social e para a saúde, a partilha de conhecimentos entre os utentes, a promoção de relações de reciprocidade e a tomada democrática de decisões. As restantes 20 práticas foram consideradas pouco relevantes. Tais resultados revelam, como mais explícitos, os projetos económico, social e ambiental e remetem para a riqueza e diversidade das iniciativas bem como para alguns dos desafios que se colocam à agricultura urbana. ER -
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