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BARBOSA, R. F. & Genin, Soraya M. (2019). As Fábricas do Vale do Nabão: estudo comparativo dos sistemas construtivos e sua relação com a água. 3º Congresso Internacional de História da Construção Luso-Brasileira.
R. F. Barbosa and S. D. Genin, "As Fábricas do Vale do Nabão: estudo comparativo dos sistemas construtivos e sua relação com a água", in 3º Congr.o Internacional de História da Construção Luso-Brasileira, Salvador, 2019
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TY - CPAPER TI - As Fábricas do Vale do Nabão: estudo comparativo dos sistemas construtivos e sua relação com a água T2 - 3º Congresso Internacional de História da Construção Luso-Brasileira AU - BARBOSA, R. F. AU - Genin, Soraya M. PY - 2019 CY - Salvador UR - https://3cihclb.ufba.br/ AB - Entre meados do século XVIII e princípio do século XX, o concelho de Tomar no vale do Rio Nabão foi ocupado por inúmeras fábricas, sendo considerada uma das regiões mais industrializadas de Portugal. Muitas dessas fábricas, entre elas a Real Fábrica de Fiação que data de 1790 (cujo Açude é classificado como Monumento de Interesse Público), ou o Conjunto Industrial da Levada de Tomar com a Moagem "A Nabantina" de 1883, utilizavam as águas do rio como força motriz para suas maquinarias e mais tarde para geração de energia. Em 1901 é instalada uma central termo e hidroelétrica no centro histórico, tornando Tomar a terceira cidade em Portugal a ter iluminação elétrica. Esta central termo e hidroelétrica, pertencente ao Conjunto Industrial da Levada, assegurava a produção de energia elétrica para abastecimento da cidade até 1954, ano em que é inaugurada a Barragem de Castelo do Bode. As fábricas testemunham diversos tipos de sistemas construtivos. Uma das primitivas, a Fábrica de Papel do Sobreirinho, é uma construção de alvenaria mista, encontrando-se atualmente em estado de ruina, sem cobertura e com paredes desprovidas de revestimento. A Fábrica de Papel de Porto Cavaleiros, e a maioria das fábricas, tem estrutura em betão armado e paredes em alvenaria de tijolo. O objetivo do estudo é analisar e comparar os sistemas construtivos deste conjunto de fábricas abandonadas, incluindo o seu embasamento e a relação com a água. O estudo dos sistemas construtivos é condição para uma correta proposta de conservação e reabilitação do conjunto histórico. É primordial o conhecimento profundo destas fábricas, que constituem o património industrial da região de forma inigualável. ER -
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