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Sampaio, S. (2021). Trânsitos atlânticos, a Amazónia e o arquivo de imagens em movimento: os filmes domésticos de Agesilau de Araújo e Silvino Santos (1927-1929). Seminário GI Identidades, Culturas, Vulnerabilidades.
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P. S. Sampaio,  "Trânsitos atlânticos, a Amazónia e o arquivo de imagens em movimento: os filmes domésticos de Agesilau de Araújo e Silvino Santos (1927-1929)", in Seminário GI Identidades, Culturas, Vulnerabilidades, Lisboa, 2021
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TY  - CPAPER
TI  - Trânsitos atlânticos, a Amazónia e o arquivo de imagens em movimento: os filmes domésticos de Agesilau de Araújo e Silvino Santos (1927-1929)
T2  - Seminário GI Identidades, Culturas, Vulnerabilidades
AU  - Sampaio, S.
PY  - 2021
CY  - Lisboa
AB  - Uma colecção de filmes num arquivo. Ao contrário de tantos outros, estão identificados: são os filmes de família de Agesilau de Araújo, filho mais velho de J.G. Araújo (1860-1940), empresário de origem portuguesa que construiu, na viragem para o século XX, um império comercial em Manaus. Os filmes são um registo em estilo diarístico da passagem da família por Lisboa entre 1927 e 1929. Foram filmados por Silvino Santos (1886-1970), cinegrafista luso-brasileiro contratado em 1921, que se manteve ao serviço da família até ao final da sua vida. A partir destas imagens de arquivo, encetei um percurso de reconstituição biográfica e filmográfica que permitiu estabelecer ligações entre pessoas, objectos e realidades aparentemente separadas. Como entender o lugar destas ‘imagens portuguesas’ na vasta filmografia de Silvino Santos, maioritariamente sobre a região do Amazonas e maioritariamente perdida? Que podem elas dizer das imagens que Silvino ‘capturou’ (e perdeu) no mesmo Putomayo da década de 10 do século XX, em que Michael Taussig (1984) encontrou uma ‘cultura de terror’ e o cinegrafista, ao serviço de Júlio César Araña, encontrou um paraíso nupcial? De que são, afinal, vestígio as imagens de arquivo?
ER  -