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Lourenço, Inês (2020). Ouvir as pessoas para pensar os objetos? A relação entre objetos e pessoas num cruzamento entre antropologia e museus . Webinar “Investigar coleções e colecionadores”, Mestrado em Museologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
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I. M. Aparício,  "Ouvir as pessoas para pensar os objetos? A relação entre objetos e pessoas num cruzamento entre antropologia e museus ", in Webinar “Investigar coleções e colecionadores”, Mestrado em Museologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, online, 2020
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	author = "Lourenço, Inês",
	title = "Ouvir as pessoas para pensar os objetos? A relação entre objetos e pessoas num cruzamento entre antropologia e museus ",
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TY  - CPAPER
TI  - Ouvir as pessoas para pensar os objetos? A relação entre objetos e pessoas num cruzamento entre antropologia e museus 
T2  - Webinar “Investigar coleções e colecionadores”, Mestrado em Museologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto
AU  - Lourenço, Inês
PY  - 2020
CY  - online
AB  - Os objetos e as coelções podem revelar narrativas alternativas, acessíveis através da análise da forma como as pessoas usam os objetos para as contar. Com base numa recolha etnográfica, e na análise de um objeco, o cofre-relicário de São Francisco Xavier do Museu de São Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, irei refletir sobre os processos identitários dos goeses em Portugal. Observar objetos associados ao passado colonial português à luz do pós-colonialismo implica também estudar as características da sociedade contemporânea resultantes dos processos de descolonização, de forma a reconciliar esta herança histórica com as exigências de uma sociedade contemporânea multicultural e póscolonial. A relevância da relação entre pessoas e coisas é exemplificada pelo peso simbólico dos objetos religiosos, como é o caso do cofre-relicário de São Francisco Xavier. É precisamente a esta identidade complexa que se pretende aceder, nomeadamente às particularidades do catolicismo goês, que apontam para a manutenção de elementos identitários específicos com origem em Goa e no encontro colonial. Este exemplo empírico pretende demonstrar como determinadas narrativas institucionais excluem as histórias alternativas que emanam dos objetos, permitindo os contextos migratórios o desafio de usar os objetos e os museus como veículos para pensar não só o passado das trajetórias migratórias, mas centrar-se nas dinâmicas complexas das sociedades contemporâneas, desafiando as narrativas dominantes.
ER  -