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Magano, O. & Medinas, C. (2020). Como sobreviver numa sociedade mediatizada e digital? O caso de (i)literacia de pessoas ciganas em Portugal. Investigar em Educação. 11/12, 131-144
O. M. Magano and C. B. Medinas, "Como sobreviver numa sociedade mediatizada e digital? O caso de (i)literacia de pessoas ciganas em Portugal", in Investigar em Educação, no. 11/12, pp. 131-144, 2020
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TY - JOUR TI - Como sobreviver numa sociedade mediatizada e digital? O caso de (i)literacia de pessoas ciganas em Portugal T2 - Investigar em Educação IS - 11/12 AU - Magano, O. AU - Medinas, C. PY - 2020 SP - 131-144 SN - 2183-1793 DO - 10.34626/smeff460 UR - http://pages.ie.uminho.pt/inved/index.php/ie/about AB - O objetivo deste artigo é refletir sobre o acesso, conhecimento e uso de ferramentas digitais por parte de pessoas ciganas em Portugal partindo do facto de que continuam a ser sinalizadas como as mais pobres, excluídas e marginalizadas socialmente (FRA, 2012); apresentam as mais altas taxas de analfabetismo, de abandono escolar precoce e insucesso escolar (Mendes, Magano & Candeias, 2014); têm baixas qualificações escolares e profissionais e são também as mais infoexcluídas (Castells, 2007). São usados dados provenientes de várias fontes (bibliografia nacional e internacional e resultados de alguns projetos de investigação recentes) e centramos o nosso foco nos desafios colocados às pessoas de origem cigana, às instituições educativas e à sociedade do conhecimento no sentido de questionar se as políticas públicas e práticas educativas têm sido capazes de reduzir o analfabetismo e promover o sucesso escolar e a literacia funcional. Sabemos que o analfabetismo e o abandono escolar precoce não permitem que esta população esteja preparada para fazer face aos desafios colocados por uma sociedade digital e digitalizada, devido ao somatório de handicaps em termos de aquisição de competências escolares e de literacia (em sentido clássico e também digital). No entanto, a nova geração de crianças e jovens ciganos mas também pessoas mais velhas revelam predisposição para uso de novas tecnologias e estar “em rede”, o que vai sendo incorporado na vida quotidiana, dos indivíduos e das famílias mas que é condicionado pela pouca escolaridade que impede o uso pleno e efetivo (Medinas, 2018). ER -
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