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de Almeida, S. C. (2019). Mulheres refugiadas enquanto agentes de mudança. Congresso “O(s) Universo(s) do Refugiado: Repensar a Migração Forçada”.
A. S. Almeida, "Mulheres refugiadas enquanto agentes de mudança", in Congr.o “O(s) Universo(s) do Refugiado: Repensar a Migração Forçada”, Lisboa, 2019
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TY - CPAPER TI - Mulheres refugiadas enquanto agentes de mudança T2 - Congresso “O(s) Universo(s) do Refugiado: Repensar a Migração Forçada” AU - de Almeida, S. C. PY - 2019 CY - Lisboa UR - http://www.bnportugal.gov.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1498%3Acongresso-os-universos-do-refugiado-repensar-a-migracao-forcada-14-16-out-19&catid=170%3A2019&Itemid=1508&lang=pt AB - A reconstituição e análise das trajetórias de vida desde o país de origem até ao país de acolhimento de meninas e mulheres requerentes de asilo em Portugal e na Dinamarca, conduzem a uma maior compreensão sobre os processos de integração na perspetiva de género e do seu papel enquanto agentes de mudança. As potenciais alterações das relações de género, nomeadamente do papel da mulher no seio da família e da sociedade, é aprofundada a partir das experiências, perceções e práticas das refugiadas, convocando dimensões culturais como a língua, a religião, padrões de sociabilidade, dimensões socio económicas, educacionais, profissionais e familiares. Através destas trajetórias são analisados perfis específicos, mas também relacionados, aprofundando o conhecimento sobre os desafios intergeracionais. Uma vez reinstaladas as meninas e mulheres enfrentam múltiplas barreiras, acentuadas pelos contextos socioculturais distintos e pelos subsequentes desafios familiares colocados pela alteração dos papeis tradicionais da mulher. Porém, a nova realidade nos países de acolhimento pode também representar uma oportunidade para mulheres com raízes tradicionais mais vincadas, revelando a sua agencialidade através da flexibilidade e mutabilidade cultural. Reconhecendo as diferenças culturais entre o seu país de origem e o país de destino, não rejeitam, nem assumem as diferenças contribuindo para a cultura mutante, mantendo padrões de origem, mas integrando, muitas vezes nos projetos de vida dos filhos, padrões culturais dos países de acolhimento, dando origem a novos modelos interculturais. As experiências de asilo contribuem para uma melhor compreensão sobre os desafios e o papel das mulheres refugiadas enquanto agentes de mudança nas sociedades de acolhimento. ER -
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