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Carrolino, A., Baptista, J. & Monteiro, L. (2023). Aceitação-rejeição materna, vinculação e exposição à adversidade precoce. In Eunice Magalhães, Lígia Monteiro, Maria Manuela Calheiros (Ed.), Crianças em risco e perigo: Contextos, investigação e intervenção. (pp. 89-110).: Sílabo.
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A. Carrolino et al.,  "Aceitação-rejeição materna, vinculação e exposição à adversidade precoce", in Crianças em risco e perigo: Contextos, investigação e intervenção, Eunice Magalhães, Lígia Monteiro, Maria Manuela Calheiros, Ed., Sílabo, 2023, vol. 6, pp. 89-110
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TY  - CHAP
TI  - Aceitação-rejeição materna, vinculação e exposição à adversidade precoce
T2  - Crianças em risco e perigo: Contextos, investigação e intervenção
VL  - 6
AU  - Carrolino, A.
AU  - Baptista, J.
AU  - Monteiro, L.
PY  - 2023
SP  - 89-110
UR  - https://www.almedina.net/criancas-em-risco-e-perigo-vol-6-contextos-investigacao-e-intervencao-1682072477.html
AB  - No âmbito da parentalidade, e numa perspetiva da Teoria da Vinculação, a aceitação-rejeição parental tem vindo a ser associada a um conjunto de consequências para o desenvolvimento do indivíduo, que podem persistir até à idade adulta. Dado o pouco conhecimento sobre este domínio dos comportamentos maternos, o presente estudo teve como objetivo explorar possíveis fatores preditores da aceitação-rejeição materna, nomeadamente a exposição a experiências de maus-tratos precoces e a perceção da qualidade das suas relações atuais. A amostra incluiu 56 mães, com filhos com idades compreendidas entre os seis e os 12 anos. As participantes preencheram um questionário sociodemográfico, a versão adaptada para o presente estudo do Adverse Childhood Experiences – International Questionnaire, a versão portuguesa da escala A Experiência nas Relações Próximas – Estruturas Relacionais, e responderam, ainda, a uma entrevista: Me & My Child: The Parental Acceptance-Rejection Scale. Relativamente aos resultados, e ao contrário do esperado, a exposição a experiências adversas precoces e a perceção da qualidade das relações atuais das mães não se revelaram preditores da aceitação-rejeição materna. O maior risco socioeconómico da família emergiu, no entanto, como preditor de menor aceitação materna. Os resultados apresentados apontam para a importância de apoiar famílias em risco socioeconómico, como forma de prevenção de níveis reduzidos de aceitação parental e das consequências a si subjacentes para o funcionamento emocional e comportamental adaptado da criança e do adulto. 
ER  -