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Descrição Detalhada da Publicação
Desafios mediapolíticos face à infraestrutura das práticas e paixões desinformativas
Título Livro
O direito de não ser desinformado Media, Fact-Checking e Literacias em Portugal
Ano (publicação definitiva)
2025
Língua
--
País
Portugal
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Abstract/Resumo
Reivindicar o direito de não ser desinformado significa reivindicar simultaneamente uma multiplicidade de direitos que lhe subjazem e que dele derivam.
Viver numa sociedade democraticamente organizada em instituições, que em
articulação entre si zelam pela convivência entre seres livres e responsáveis,
implica de facto a existência de referências comuns, de sistemas de registo e
documentação, sobre acontecimentos e diretrizes de relevância pública, aos
quais todos possam constantemente recorrer.
O direito de não ser desinformado, ao mesmo tempo, convoca para um
conjunto de deveres que pressupõem o interesse pela manutenção da organização democrática da sociedade e a necessidade de monitorizar e proporcionar as obrigações recíprocas que formalmente envolvem todos os seus membros singulares e coletivos. Para o efeito, aos sistemas de registo e documentação de domínio público é requerida uma constante ponderação entre a exigência de serem permeáveis às demais ocorrências e instâncias provenientes do mundo social, como também garantes da sua inteligibilidade, explicabilidade
e credibilidade.
Agradecimentos/Acknowledgements
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Palavras-chave
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