Com o início da guerra civil espanhola e a ameaça comunista que pairava sobre a península ibérica o Estado Novo sentiu a necessidade de criar uma instituição que pudesse combater essa ameaça. Neste sentido foi criada, em 30 de setembro de 1936, a Legião Portuguesa. A Legião Portuguesa teve um papel importante dentro do regime autoritário português sobretudo no que toca à defesa civil do território durante a Segunda Guerra Mundial, bem como pela sua ação preventiva e de vigilância - efetuada designadamente pelo seu Serviço de Informações, de estruturas internas como a Formação Automóvel de Choque (F.A.C.) ou Grupo de Intervenção Imediata (G.I.I.), e através da colaboração com outros organismos civis como as organizações estudantis nacionalistas – de elementos antagónicos ao regime. O objetivo deste trabalho é estudar a contrassubversão doméstica implementada pelo Estado Novo através da Legião Portuguesa em articulação com os demais órgãos de controlo e repressão (P.I.D.E.) e com sectores da sociedade civil (Direita Radical).
Palavras-chave: Legião Potuguesa; Contrassubversão; Estado Novo; P.I.D.E.; Direita Radical.
| Centro de Investigação | Grupo de Investigação | Papel no Projeto | Data de Início | Data de Fim |
|---|---|---|---|---|
| CEI-Iscte | Democracia, Ativismos e Cidadania | Parceiro | -- | -- |
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| Nome | Afiliação | Papel no Projeto | Data de Início | Data de Fim |
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| Tiago Alexandre Pinto | Bolseiro de Doutoramento (CEI-Iscte); | Bolseiro de Doutoramento | -- | -- |
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