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Martins, Vasco (2025). Políticas de memória e silêncio: a luta de libertação de Angola em tempos pós-coloniais. In A guerra colonial e as lutas de libertação: memória, política e usos do passado.: Imprensa da Universidade de Coimbra.
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V. M. Martins,  "Políticas de memória e silêncio: a luta de libertação de Angola em tempos pós-coloniais", in A guerra colonial e as lutas de libertação: memória, política e usos do passado, Imprensa da Universidade de Coimbra, 2025
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TY  - CHAP
TI  - Políticas de memória e silêncio: a luta de libertação de Angola em tempos pós-coloniais
T2  - A guerra colonial e as lutas de libertação: memória, política e usos do passado
AU  - Martins, Vasco
PY  - 2025
UR  - https://ces.uc.pt/pt/publicacoes/colecao-ces/livros/a-guerra-colonial-e-as-lutas-de-libertacao
AB  - A memória da guerra de libertação em Angola tem sido utilizada pelo poder hegemónico, o MPLA, para afirmar a sua legiti‑
midade para governar o país. A politização desta memória, além de complexificar a produção historiográfica, eludiu interpre‑
tações alternativas, particularmente as dos seus outros participantes, a FNLA e a UNITA. Este capítulo demonstra que, ao apresentar
uma versão higienizada da memória histórica, livre de conflitos e controvérsias, a memória oficial substitui e silencia diversos
atores que estiveram na génese da nova nação após a independência. Demonstra, ainda, o modo como as contramemórias
da oposição encontram fraca representação política na sociedade contemporânea, no caso da FNLA, e falta de interesse em
invocar a guerra de libertação, no caso da UNITA. O resultado é um uso metamórfico da memória, essencialmente definido pelas
necessidades políticas em Angola.
ER  -