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Marchi, R. (2025). A disputa pela memória histórica na  construção do regime democrático. In Jerónimo Fernandes (Ed.), 50 vezes 25 de Novembro: 32 olhares sobre o caminho da liberdade (pp. 237?246). ACcN-Associação Conservadores com Norte.
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R. Marchi,  "A disputa pela memória histórica na  construção do regime democrático", in 50 vezes 25 de Novembro: 32 olhares sobre o caminho da liberdade, Jerónimo Fernandes, Ed., ACcN-Associação Conservadores com Norte, 2025, pp. 237-246
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TY  - CHAP
TI  - A disputa pela memória histórica na  construção do regime democrático
T2  - 50 vezes 25 de Novembro: 32 olhares sobre o caminho da liberdade
AU  - Marchi, R.
PY  - 2025
SP  - 237-246
UR  - https://www.diariodominho.pt/opiniao/2025-11-21-50-vezes-25-de-novembro-a-liberdade-e-o-livro-6920310471ceb/amp?utm_source=chatgpt.com
AB  - Pontual como um relógio suíço, também este ano, por ocasião do quinquagésimo aniversário de 25 de novembro de 1975, reabriu-se o confronto sobre a memória histórica mais ou menos partilhada da transição democrática, com repercussões no legado do passado autoritário e na qualidade do presente demoliberal. O cerne da contenda reside na interpretação de dois pilares da transição democrática: por um lado, o 25 de abril de 1974 como evento histórico geneticamente propenso à edificação, também para Portugal, de uma democracia representativa de modelo ocidental; por outro lado, o 25 de novembro de 1975 como derradeiro resgate desta tenção demoliberal graças à travagem do chamado Processo Revolucionário em Curso (PREC), entendido como tentativa de imposição de um regime totalitário de cariz comunista. No campo da historiografia nacional, este binómio interpretativo acicata reações indignadas, principalmente entre intelectuais de formação marxista. 
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