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Soares, A., Piçarra, N., Oliveira, R., Jean-Christophe Giger & Arriaga, P. (2025). Ethics 4.0: Ethical Dilemmas in Healthcare Mediated by Social Robots. Livro de Resumos das X Jornadas Internacionais de Iniciação à Investigação Científica em Psicologia (J3ICP) [ISBN: 978-989-98768-9-7].
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A. A. Soares et al.,  "Ethics 4.0: Ethical Dilemmas in Healthcare Mediated by Social Robots", in Livro de Resumos das X Jornadas Internacionais de Iniciação à Investigação Científica em Psicologia (J3ICP) [ISBN: 978-989-98768-9-7], Portimão, 2025
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	author = "Soares, A. and Piçarra, N. and Oliveira, R. and Jean-Christophe Giger and Arriaga, P.",
	title = "Ethics 4.0: Ethical Dilemmas in Healthcare Mediated by Social Robots",
	year = "2025",
	howpublished = "Ambos (impresso e digital)",
	url = "https://www.ismat.pt/ficheiros/abstracts-psi-ismat-final.pdf"
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TY  - CPAPER
TI  - Ethics 4.0: Ethical Dilemmas in Healthcare Mediated by Social Robots
T2  - Livro de Resumos das X Jornadas Internacionais de Iniciação à Investigação Científica em Psicologia (J3ICP) [ISBN: 978-989-98768-9-7]
AU  - Soares, A.
AU  - Piçarra, N.
AU  - Oliveira, R.
AU  - Jean-Christophe Giger
AU  - Arriaga, P.
PY  - 2025
CY  - Portimão
UR  - https://www.ismat.pt/ficheiros/abstracts-psi-ismat-final.pdf
AB  - Este estudo examinou os juízos morais e a percepção dos atributos em relação à resposta de uma agente de saúde a uma paciente que se recusa a tomar medicamentos. Desenvolvemos oito cenários com um dilema ético e pedimos aos participantes (n=524) que avaliassem o tipo de agente (humana vs. robô), a argumentação de saúde (ganhos vs. perdas) e a decisão ética (respeitar a autonomia vs. priorizar a beneficência/não-maleficência). A aceitação moral da conduta da agente foi maior na condição do respeito à autonomia, sem diferenças quanto ao tipo da agente e à argumentação. A responsabilização moral e a amabilidade percepcionada foram maiores para a agente humana. As agentes, humana ou robô, que respeitaram a autonomia foram percebidas como mais amáveis, mas menos competentes e confiáveis do que as que decidiram pela beneficência/não maleficência. A priorização da beneficência/não maleficência em conjunto com o enquadramento nos ganhos em saúde levou à percepção das agentes como mais confiáveis do que nas restantes condições. Para resolver este dilema, a agente de saúde deveria acolher a paciente e compreender o que ela deseja comunicar com a sua recusa. Construir uma relação mútua é importante para favorecer a saúde dos pacientes numa perspectiva biopsicossocial.
ER  -