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Sampaio, S. (2013). 'Nós não precisamos de ajuda’: Materialidade e ética em O Sangue, de Pedro Costa. In Baptista, T., and Martins, A. (Ed.), Atas do II Encontro Anual da AIM. (pp. 474-486). Lisboa: Associação de Investigadores da Imagem em Movimento.
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P. S. Sampaio,  "'Nós não precisamos de ajuda’: Materialidade e ética em O Sangue, de Pedro Costa", in Atas do II Encontro Anual da AIM, Baptista, T., and Martins, A., Ed., Lisboa, Associação de Investigadores da Imagem em Movimento, 2013, pp. 474-486
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TY  - CPAPER
TI  - 'Nós não precisamos de ajuda’: Materialidade e ética em O Sangue, de Pedro Costa
T2  - Atas do II Encontro Anual da AIM
AU  - Sampaio, S.
PY  - 2013
SP  - 474-486
CY  - Lisboa
UR  - http://aim.org.pt/atas/pdfs-Atas-IIEncontroAnualAIM/Atas-IIEncontroAnualAIM-40.pdf
AB  - Quando a primeira longa-metragem de Pedro Costa estreou, em 1990, foi elogiada pela sua singularidade e frescura. Distanciando-se quer dos filmes comerciais que tentavam agradar ao público quer do cinema de autor da ‘Escola Portuguesa’ que continuava a colher reconhecimento internacional, O Sangue parecia mais preocupado em celebrar o cinema — e em resgatar um certo sentido primordial do que é fazer cinema — do que propriamente em contar uma história ou construir uma qualquer alegoria de ‘portugalidade’. A beleza do filme encorajou leituras estético-filosóficas em torno de valores universais (amor, paternidade, infância), frequentemente associados a uma espécie de pureza ontológica. No entanto, insistindo na ideia de que o cinema é uma arte profundamente material (e materialista), proponho analisar os conteúdos histórico-geográficos deste filme (tais como lugares, objetos e espaços públicos e privados), para sugerir que a partir deles é possível, não apenas traçar as grandes transformações sociais que se faziam sentir no Portugal dos anos 1980, mas também vislumbrar o esboço de uma resposta ético-política a essas transformações.
ER  -