Ciência-IUL    Publicações    Descrição Detalhada da Publicação    Exportar

Exportar Publicação

A publicação pode ser exportada nos seguintes formatos: referência da APA (American Psychological Association), referência do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), BibTeX e RIS.

Exportar Referência (APA)
Almeida, M. A. P. de (2015). Mulheres na política portuguesa. In Eduarda Ferreira, Isabel Ventura, Luísa Rego, Manuela Tavares, Maria Antónia Pires de Almeida (Ed.), Percursos feministas: desafiar os tempos. (pp. 164-174). Lisboa: Universidade Feminista/UMAR.
Exportar Referência (IEEE)
M. A. Almeida,  "Mulheres na política portuguesa", in Percursos feministas: desafiar os tempos, Eduarda Ferreira, Isabel Ventura, Luísa Rego, Manuela Tavares, Maria Antónia Pires de Almeida, Ed., Lisboa, Universidade Feminista/UMAR, 2015, pp. 164-174
Exportar BibTeX
@incollection{almeida2015_1596540203320,
	author = "Almeida, M. A. P. de",
	title = "Mulheres na política portuguesa",
	chapter = "",
	booktitle = "Percursos feministas: desafiar os tempos",
	year = "2015",
	volume = "",
	series = "",
	edition = "1",
	pages = "164-164",
	publisher = "Universidade Feminista/UMAR",
	address = "Lisboa"
}
Exportar RIS
TY  - CHAP
TI  - Mulheres na política portuguesa
T2  - Percursos feministas: desafiar os tempos
AU  - Almeida, M. A. P. de
PY  - 2015
SP  - 164-174
CY  - Lisboa
AB  - A revolução de 25 de abril de 1974 alterou a participação das mulheres na política portuguesa. A partir de uma perspetiva histórica, este artigo oferece uma resenha da legislação e uma avaliação sociológica da classe política portuguesa com o objetivo de abordar a questão do género. Apesar do regime democrático estar quase a atingir as quatro décadas de existência, a realidade é que ainda se verifica uma sub-representação das mulheres nos cargos de representação política em Portugal. Em todos os níveis de governo avaliados as mulheres têm níveis mais altos de escolaridade e profissões com maior grau de especialização, especialmente nas áreas do ensino e da gestão. Os partidos mais à esquerda apresentam maior equidade de género. 
ER  -