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Guterres, A., Paio, A., Jara, A. & Correia, L. (2019). Laboratório cívico: laboratório espaço físico. In Jorge Barreto Xavier, Alexandra Paio (Ed.), O lugar da cidade. (pp. 158-169). Lisboa: Iscte - Instituto Universitario de Lisboa.
A. J. Guterres et al., "Laboratório cívico: laboratório espaço físico", in O lugar da cidade, Jorge Barreto Xavier, Alexandra Paio, Ed., Lisboa, Iscte - Instituto Universitario de Lisboa, 2019, pp. 158-169
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TY - CHAP TI - Laboratório cívico: laboratório espaço físico T2 - O lugar da cidade AU - Guterres, A. AU - Paio, A. AU - Jara, A. AU - Correia, L. PY - 2019 SP - 158-169 DO - 10.15847/CIESIUL/2019/olugardacidade CY - Lisboa UR - https://ipps.iscte-iul.pt/index.php/eventos/proximos-eventos-2/562-desenhar-a-cidade-os-desafios-culturais-no-desenvolvimento-urbano-contemporaneo-escola-de-inverno AB - Laboratório Cívico Urbano - O lugar no Espaço Físico - teve como objetivo geral proporcionar aos seus participantes um contexto de reflexão crítica global e local sobre as estratégias e mecanismos de regeneração do espaço público urbano tendo como caso de estudo o Bairro da Mouraria. Promoveram-se diferentes metodologias de intervenção, dotando os participantes de ferramentas aplicáveis em diferentes contextos e escalas, e integrando diferentes atores locais. O foco foi expandir as competências dos participantes como futuros agentes participativos junto das autoridades locais através do domínio de técnicas que viabilizem a identidade, a diversidade e a pluralidade no desenho do espaço público. Associando-se a esta problemática o papel cada vez maior da tecnologia móvel na sociedade contemporânea, foi lançado um desafio, mais específico aos participantes, testar lógicas que permitam gerar uma aplicação móvel para o desenvolvimento local do Bairro da Mouraria, uma ferramenta transversal para a mobilização do potencial dos recursos locais, numa ótica participativa, alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030 da ONU. Um modelo sustentável que constrói a melhoria das condições de vida da população mediante a participação ativa da comunidade. A metodologia adotada no laboratório cívico urbano assentou num conjunto de etapas e ferramentas operacionais para desenhar cidade. As palestras proferidas pelo Atelier Artéria introduziram as questões do laboratório. A primeira, expos os vários trabalhos realizados pelo atelier no Bairro da Mouraria. A segunda, apresentação de metodologias de intervenção para observar, avaliar e agir. Com um esforço coletivo e participativo de retratar e reconhecer a identidade da Mouraria, o António Brito Guterres lança o primeiro repto a duetos de participantes, uma experiência interativa híbrida, ao mesmo tempo física e virtual, de observação exploratória do bairro. A utilização dos dispositivos móveis – smatphones - e a aplicação ‘mytracks’ serviram para, em tempo real, registar trajetos e compartilhar fotografias geolocalizadas. Dados de matriz quantitativa e qualitativa que foram transferidos para a maquete do Bairro da Mouraria, à escala 1:400, modelada e produzida no Vitruvius FABLAB –IUL. ER -
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