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Henriques, J. M. (2019). Poder Local, ‘Potencial Endógeno’e Saúde Mental. II Jornadas da Saúde Mental da Área Metropolitana de Lisboa.
J. M. Henriques, "Poder Local, ‘Potencial Endógeno’e Saúde Mental", in II Jornadas da Saúde Mental da Área Metropolitana de Lisboa, Lisboa, 2019
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TY - CPAPER TI - Poder Local, ‘Potencial Endógeno’e Saúde Mental T2 - II Jornadas da Saúde Mental da Área Metropolitana de Lisboa AU - Henriques, J. M. PY - 2019 CY - Lisboa AB - O Tratado de Lisboa consagra uma mudança paradigmática em desenvolvimento regional que se começa a desenhar em finais da década de 70. O início dessa mudança associou-se ao movimento de reestruturação do conceito de desenvolvimento que teve na referência à satisfação de ‘necessidades básicas’ uma referência central. A ela se associava a prioridade ao combate à pobreza e à promoção da saúde como sentido último de ‘outro’ desenvolvimento. Entretanto, o debate sobre resiliência territorial reorienta o debate sobre ‘intencionalidade transformadora’ para a garantia de condições materiais para a sobrevivência (alimentos, água e energia, etc.). O debate sobre a sua relação com a saúde assenta no reconhecimento na interdependência entre dimensões socio-psicossomáticas no processo de adoecer em qualquer pessoa e na decorrente indissociabilidade entre promoção da saúde e promoção da saúde mental. Nas condições contemporâneas, o debate sobre a relevância dos Municípios na mobilização do ‘potencial endógeno’ aos territórios para a resiliência e o desenvolvimento vem assim relacionando a acção sobre determinantes sociais da saúde com ‘revisitas’ a debates sobre ‘salutogénese’ (Antonovsky, 1996), sofrimento humano e atribuição de sentido (Frankl, 1946), o papel de ‘comunidades antropoanalíticas’ como ‘comunidade de interesses’ em unidades territoriais de intervenção (Caldeira, 1979) ou a relação entre vida quotidiana em áreas urbano-metropolitanas e ‘desvinculação precoce’ na relação etiologia, biologia e vinculação (Winnicott, 1958). ER -
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