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Almeida, Maria Antónia (2020). Representação das mulheres nas câmaras municipais portuguesas: práticas e programas políticos. A mulher como agente de transformação local.
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M. A. Almeida,  "Representação das mulheres nas câmaras municipais portuguesas: práticas e programas políticos", in A mulher como agente de transformação local, Lisboa, 2020
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TY  - CPAPER
TI  - Representação das mulheres nas câmaras municipais portuguesas: práticas e programas políticos
T2  - A mulher como agente de transformação local
AU  - Almeida, Maria Antónia
PY  - 2020
CY  - Lisboa
UR  - https://www.iseg.ulisboa.pt/aquila/publico/units/events.do?method=viewEvent&unitID=102&announcementId=1832510&contentContextPath_PATH=%2Finstituicao%2FISEG%2Fpagina-inicial&_request_checksum_=1bb2b7e4b8ec6ea5cd69f28ef7fa0bdadf37ed43&fbclid=IwAR2CwUA4n1F5uyd4bOIr5D1SzgGbqgJ2dNUDGLcM79cHOZmL6MY9WbWR9Kk
AB  - Nas últimas quatro décadas de regime democrático a representatividade política das mulheres tem sofrido uma evolução positiva. A partir de uma perspetiva histórica, esta comunicação oferece uma resenha da legislação e uma avaliação sociológica da classe política portuguesa com o objetivo de abordar a questão do género. Centrando-se no poder local entre 1974 e 2017, analisa a participação ativa das mulheres nas primeiras comissões administrativas nomeadas em 1974 e que funcionaram até às primeiras eleições autárquicas que se realizaram a 12 de dezembro de 1976, a que se seguiram eleições regulares primeiro com intervalos de três anos e, a partir de 1989, de quatro. Em todos os níveis de governo avaliados ainda se verifica uma sub-representação das mulheres nos cargos de representação política em Portugal. 
Em 2006 foi aprovada a Lei da Paridade, que obrigou a um mínimo de 33% para cada género nas listas partidárias de candidatos, a qual foi pela primeira vez aplicada nas eleições legislativas e autárquicas de 2009. Não há dúvida que esta lei produziu resultados imediatos, pelo menos na eleição de mulheres deputadas. Contudo, a nível local, apesar de a lei da paridade ser cumprida com a colocação de mulheres nas listas, estas raramente estão em posições elegíveis para presidente.
Apresentam-se alguns dados comparativos que podem ajudar à compreensão da questão do género a nível local, especialmente nas questões da transparência, e analisam-se os programas eleitorais e mensagens políticas das representantes eleitas.

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